© AP Os presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT)

Uma peça publicitária da campanha de Fernando Haddad (PT) teve a sua veiculação barrada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na última segunda-feira (15). De acordo com a decisão do ministro Sérgio Banhos, o vídeo que seria veiculado no horário eleitoral da TV pode ser entendido como fake news.

Para o ministro do TSE, a “publicação de fato sabidamente inverídico (fake news) é capaz de desequilibrar a disputa eleitoral”.

Na peça publicitária, a campanha petista afirmava que o adversário Jair Bolsonaro (PSL) votou contra Lei Brasileira de Inclusão (LBI).

No entanto, a lei foi aprovada por unanimidade na Câmara dos Deputados e entrou em vigor em 2016. De acordo com a defesa de Bolsonaro, o candidato teria votado apenas contra um destaque do texto, que tratava da especificidade, da identidade de gênero e da orientação sexual da pessoa com deficiência.

Os deputados Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro usaram as redes sociais para esclarecer o tema.

Em um vídeo, Eduardo Bolsonaro explica que não foi contra a lei, mas votou contra a inserção de temas como gênero e sexualidade “em um projeto com outro propósito”.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here