Gabriel Chalita (filiado do PDT de Amazonino) nasceu no município de Cachoeira Paulista, interior de São Paulo, e publicou seu primeiro livro aos 12 anos de idade. Concluiu os estudos de bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, em 1994, e de Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia Ciências e Letras de Lorena, em 1989.

Em sua rede social Chalita ssumiu seu voto a Haddad contra Jair Bolsonaro o presidente eleito

Em 1995, defendeu a dissertação “Relações de Poder em Maquiavel e La Boétie”, obtendo o grau de Mestre em Ciências Sociais e em 1997, com a dissertação “O poder no Período Renascentista”, obteve o grau de Mestre em Direito pela PUC-SP.

No mesmo ano, defendeu a tese “A Sedução no Discurso em Tribunais de Júri”, obtendo o grau de Doutor em Comunicação e Semiótica, também na PUC-SP; no ano seguinte (1998), defendeu a tese “Alternativas para a Independencia do Poder Legislativo Municipal”, com a qual obteve o grau de Doutor em Direito (linha de pesquisa em Filosofia do Direito), ainda pela PUC-SP.

Vida política e profissional

Atualmente, Chalita é professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, membro da União Brasileira de Escritores, da Academia Brasileira de Educação e presidente da Academia Paulista de Letras.

Apresentou, pela Sistema Canção Nova de Comunicação, o programa Papo Aberto, pelo rádio e pela televisão. Atualmente, apresenta o programa Caminhos, toda quinta-feira, às 22h, na Rede Vida de Televisão, emissora de orientação católica.

Atuou, desde a juventude, em diversas ONGs; entre elas, a “Juventude Latino-Americana pela Democracia” (JULAD). Aos 19 anos, foi eleito Vereador em sua cidade natal, tornando-se Presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista – SP. Ocupou ainda, os cargos de secretário da Juventude, Esporte e Lazer e posteriormente secretário de Estado da Educação do Governo de São Paulo, tendo tornado-se Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED) por dois mandatos.

Em 2008, elegeu-se vereador da cidade de São Paulo tornando-se o vereador mais votado de todo o Brasil, com 102.048 votos pela coligação PSDB/PHS, sendo ele participante do Partido da Social Democracia Brasileira, à época.

Tendo publicado seu primeiro livro ainda aos 12 anos, aos 15 já havia criado uma coleção destinada a crianças em idade de catequese. Atualmente tem mais de 80 livros publicados, entre eles: “Educação: a solução está no afeto”, “Os Dez Mandamentos da Ética”, “Pedagogia do Amor”, “Cartas entre Amigos” e “O Pequeno Filósofo”.

Em 2010, foi eleito deputado federal como o 2° candidato mais votado no estado, com 560.022 votos para o mandato 2011 – 2014. Nas eleições de 2012 concorreu ao cargo de prefeito pelo PMDB, porém derrotado não chegou ao 2 turno na ocasião. Nas eleições de 2014, decidiu não concorrer a um novo mandato de deputado federal. Em 13 de janeiro de 2015, foi nomeado pelo prefeito Fernando Haddad ao cargo de secretário da Educação da cidade de São Paulo, substituindo César Callegari, que pediu exoneração um dia antes.

Em março de 2016, retorna ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), sendo candidato a vice-prefeito na chapa de reeleição do prefeito Haddad, porém foram derrotados ainda no primeiro turno.

Eleições 2016

Nas eleições de 2016 foi candidato a vice-prefeito de São Paulo pelo PDT na chapa de Fernando Haddad, porém obteve apenas 16,7% dos votos válidos, sendo derrotados pela chapa tucana João Dória prefeito/ Bruno Covas vice-prefeito no primeiro turno.

Eleições 2018

Foi cogitado como possível candidato ao governo de São Paulo, pelo PDT, nas eleições de 2018. E assumiu publicamente seu voto a Fernando Haddad contra Jair Bolsonaro.

Critico do kit gay do então prefeito Fernando Haddad, Gabriel Chalita, defendeu apenas a importância da diversidade

“O material apresentado não foi bom, mas trabalhar a diversidade é fundamental. Porém, precisa tomar cuidado com a forma deste material e ele nem chegou a ser distribuído”, afirmou Chalita.

O “kit gay”, proposto pela gestão de Haddad em 2011, era composto por: caderno do educador, seis boletins para os estudantes e cinco vídeos. Os boletins deveriam trazer orientações sobre como lidar com colegas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) abordando assuntos relacionados a sexualidade, diversidade sexual e homofobia. O material seria destinado a alunos do ensino médio, ou seja, com idade mínima de 14 anos. Após polêmica, a distribuição foi suspensa.

Fonte: https://eleicoes.uol.com.br/2012/noticias/2012/05/31/chalita-critica-material-do-kit-gay-mas-defende-postura-de-haddad.htm

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