1ª edição da Dogz Parade, o safári eletrônico de Dubdogz, surpreende com entrega fora do comum

Estreia com sold out em Porto Alegre aumenta as expectativas das 6 outras capitais que receberão a festa inspirada no Carnaval brasileiro

Foto: OXGN Studio

Mulher-gato e zebras penduradas em tecidos acrobáticos, uma girafa com perna de pau e pescoço alongado dançando no palco, personagens por toda a festa, muitos efeitos especiais, bolhas de sabão, bateria de escola de samba, cenografia caprichada, playground no meio da festa… Seria um parque de diversões para gente grande ou um Carnaval eletrônico fora de época? A Dogz Parade, festa autoral do Dubdogz, mostrou a que veio em sua imponente primeira edição. Transformando a Marina dos Navegantes em um verdadeiro Carnaval da música eletrônica, o evento foi marcado pela alegria do público que pôde experimentar música boa e se divertir com os brinquedos e a cenografia da label party desde o começo da tarde até o fim da noite de Porto Alegre.

Com a premissa de abrir as portas da cena eletrônica para mais pessoas, a Dogz Parade quer expandir o gênero para novos públicos e se orgulha de ter recebido uma enxurrada de relatos de pessoas que tiveram sua primeira experiência com música eletrônica na festa ou que foi uma das mais divertidas que já viveram. E assim o fez abraçando o jeitinho alegre do brasileiro de festejar, contando com uma trilha sonora animada, com muito vocal e acessível a quem não está acostumado com festas de música eletrônica mais undergrounds, partindo do pressuposto que a maior bagunça do mundo é brasileira: o nosso Carnaval. Numa experiência colorida, energética e exuberante, a festa utiliza elementos da cultura nacional no contexto da música eletrônica, valorizando o espírito livre e encorajando os participantes a soltarem seu espírito animal na maneira de se vestir e dançar, formando um verdadeiro safári na pista de dança, com direito a distribuição de máscaras e fantasias de bichos, looks descontraídos, intervenções artísticas, maquiagens e penteados divertidos ao longo da festa.

“O maneiro da Dogz Parade é que ela vai muito além de uma festa de música eletrônica pra ser realmente uma experiência. A galera se amarrou nos brinquedos, na cenografia, nas performances, em todas as surpresas que a gente preparou. E é engraçado que antes da gente entrar pra tocar teve uma hora que veio uma possível reclamação: ‘O som não está muito alto pro horário?’, como se a gente tivesse que manter baixo pra aumentar na hora que a gente entrasse, sabe? E não estamos nem aí pra isso, é pra ser alto mesmo! haha”, comentam Marcos e Lucas, irmãos que formam a dupla.

Dubdogz fez um long set, ou seja, uma apresentação de 4 horas por onde transcendeu seu extenso catálogo musical, passeando por diferentes gêneros com maestria, e proporcionou momentos inesquecíveis para o público que dançou do começo ao fim, manteve a energia leve e encerrou com um uníssono coro de “eu não vou embora”. Tiveram vários momentos com surpresas ao longo do show, como a introdução com uma bateria de escola de samba de verdade tocando junto a hinos da música eletrônica. ETTA, Rooftime e Zerb também se apresentaram no evento, que contou com performers por toda a estrutura.

As demais edições da Dogz Parade ocorrem em mais seis cidades do país ao longo do ano, sendo elas Rio de Janeiro (08/06), São Paulo (31/08), Brasília (28/09), Belo Horizonte (30/11) – já com ingressos à venda (acesse aqui) – e mais duas capitais ainda a revelar.

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@dogzparade / @dubdogz

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