Pai de Neymar detona o caloteiro Galvão Bueno, veja

Galvão fez um empréstimo de R$ 1,6 milhão e deu pino ao banco

Imagem: RD1

O áudio vazado ao vivo, em que Galvão Bueno chama Neymar Jr de ‘idiota’, ainda vem dando o que falar. Depois de Rafaella Santos, irmã do craque, rebater o narrador e chamá-lo de idiota de volta, agora foi a vez do pai do jogador, o empresário Neymar, desabafar e defender o filho. As informações são da repórter Fábia Oliveira – Odia.

“Mascarado, mimado, cai-cai e agora idiota. Os três primeiros adjetivos não nos incomodam, silenciar sempre foi, talvez, a melhor resposta. Mas quero falar sobre o ‘mascarado’. Sim, ele usa máscara. Máscara da prevenção, do protocolo, da saúde e o que mais falarem desses novos tempos. Mas ele é meu ídolo, de muitos brasileiros e de outras nações. Ontem, meu filho posou para foto ao lado de uma criança, colou seu rosto no dele, mesmo se arriscando a ser criticado por tirar a máscara. Mas e agora? Cadê o respeito pelo ser humano, pela foto eterna em uma vida efêmera… a oportunidade única de um fã. É, meu filho é mascarado e o que você mais quiser. Mas idiota? Não!”, escreveu o empresário.

Neymar Pai ainda elogiou muito o atleta. “Ele é o herói. Um herói sem mentiras, que enfrenta a sua história de frente, sem buscar atalhos covardes, sem ser traiçoeiro. Vamos em frente filho… tenho orgulho demais de você! Sou pai, fã e o que der pra ser por você. Deus estará sempre no controle”, finalizou.

Galvão Caloteiro

A Justiça de São Paulo bloqueou, em julho deste ano, as contas bancárias do locutor Galvão Bueno, da sua mulher Desirée Soares Galvão Bueno e da filha Letícia Galvão Bueno.

A decisão foi tomada pelo juiz Rodrigo Galvão Medina, da 9ª Vara Cível de São Paulo, em um processo aberto pela empresa Lest Credit Fundo de Investimento contra a empresa Virtual Promoções e Participações, que pertence à família do narrador.

O motivo do bloqueio é um empréstimo de R$ 1,6 milhão feito à empresa em 2017, que deveria ter sido pago em 31 parcelas. Segundo a empresa, no entanto, a Virtual não cumpriu o plano de pagamento. Em maio deste ano, a Virtual reconheceu a dívida e foi homologado judicialmente um acordo para a quitação, que, no entanto, também não foi cumprido integralmente.

 

 

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