Governo do Amazonas avança com a construção do Centro de Pesquisas da FUnATI

Foto: Edimilson Pereira / FUnATI

O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Região Metropolitana de Manaus (Seinfra), está avançando com a construção do Centro de Pesquisas Gerontec, da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (FUnATI), na avenida Brasil, bairro Santo Antônio, zona oeste da capital. A obra apresenta o percentual de 54% de conclusão e previsão de término para junho deste ano.

O investimento, na ordem de R$ 874.618,03, contempla a construção de um prédio com 20 salas, divididas entre pesquisa, classificação e distribuição de amostras, hematologia, bioquímica, uroanálise, limpeza e secagem, coleta, preparo de reagentes, entre outras.

Toda a estrutura do prédio foi erguida e já foi executada a instalação do telhado. Nesta fase, está sendo realizado o revestimento interno do Centro de Pesquisas.

O prédio principal da FUnATI atua como um centro de referência de ensino, pesquisa, extensão e assistência à saúde voltada para questões inerentes ao envelhecimento. A instituição oferece cursos e oficinas para pessoas a partir de 50 anos e capacita profissionais na área de Gerontologia.

De acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura, Carlos Henrique Lima, a obra será um grande fomento à educação no estado.

“O Governo do Amazonas está investindo forte na infraestrutura para educação. Estamos executando obras na capital e em outros municípios. A FUnATI tem reconhecimento internacional por todas as pesquisas sobre o envelhecimento dos amazonenses e os cuidados com a saúde dos idosos. Essa obra vai contribuir para o aumento na formação de pesquisadores na área e também vai ampliar o atendimento ao público idoso”, afirmou o secretário.

Segundo o médico e reitor da FUnATI, Euler Ribeiro, o Centro de Pesquisas será essencial para a realização de estudos sobre o envelhecimento humano e os cuidados à qualidade de vida na terceira idade. “Ele é um laboratório de pesquisas. Nós fazemos muitas pesquisas sobre o envelhecimento do homem da Amazônia e tudo o que pode ser feito para envelhecer com qualidade”, explicou o médico.

A biomédica e coordenadora de pesquisas da FUnATI, Verônica Azzolin, também afirma que um dos benefícios do novo centro será o auxílio no processo de aprendizagem dos alunos de graduação e pós-graduação da universidade.

“O objetivo é implantar atividades que não só formem recursos humanos de alta qualificação técnica em gerontologia e cuidado do idoso, ou pesquisadores na área do envelhecimento humano, mas também que possua capacidade potencial de ampliar a autossustentabilidade da própria Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade”, destacou a pesquisadora.

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