Caso Epstein: documentos mostram que adolescente teria sido forçada a fazer s3xo oral em Trump

Nos materiais, o presidente Donald Trump é citado centenas de vezes e aparece em uma lista do FBI com denúncias recebidas por meio de uma linha telefônica oficial.

Trump ao lado de Epstein. — Foto: Reprodução

Arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos nesta sexta-feira reúnem milhões de documentos relacionados ao caso Jeffrey Epstein, bilionário condenado por crimes sexuais e acusado de comandar um esquema de abuso e tráfico de meninas menores de idade.

Os arquivos incluem registros sobre a prisão, avaliações psicológicas e a morte de Epstein em 2019.

Nos materiais, o presidente Donald Trump é citado centenas de vezes e aparece em uma lista do FBI com denúncias recebidas por meio de uma linha telefônica oficial.

Entre as alegações, está a de que, décadas atrás, em Nova Jersey, uma adolescente de 13 ou 14 anos teria sido forçada a praticar sexo oral em Trump.

A vítima teria mordido o pênis do presidente e relatado o caso para outras pessoas, de acordo com a denúncia

A acusação não apresenta provas documentais nos arquivos, e o presidente não se manifestou sobre essa denúncia.

A divulgação representa o maior volume já tornado público sobre o caso Epstein, com cerca de 3 milhões de páginas, 180 mil imagens e 2 mil vídeos.

Os documentos também inlcuem as investigações que levaram à condenação de Ghislaine Maxwell [Guilein], ex-namorada de Epstein, por tráfico sexual de menores. Ela recrutava adolescentes para Epstein e ajudava a encobrir os crimes

Os arquivos recém-divulgados também expõem a relação de Epstein com figuras poderosas. Entre os documentos, aparecem alegações envolvendo Bill Gates, incluindo e-mails atribuídos a Epstein com acusações graves.

Gates nega todas as acusações, e as classificou como absurdas e falsas, e afirmou que os textos refletem apenas o ressentimento de Epstein após o fim da relação entre ambos.

Há ainda registros de contato direto com o então Duque de York, Andrew Mountbatten-Windsor [Meuntbadrer], tratando de encontros privados e apresentações de mulheres. Não há provas de ilegalidades nesses e-mails, e o duque nega qualquer irregularidade.

Apesar da divulgação, democratas acusam o Departamento de Justiça de reter milhões de páginas sem justificativa adequada.

Muitos documentos vieram com cortes extensos, oficialmente para proteger vítimas e investigações em andamento, o que mantém dúvidas sobre a transparência total do processo.

O Departamento de Justiça afirmou que as acusações contra Donald Trump são “infundadas e falsas”, e as classificou como sensacionalistas e sem credibilidade.

O órgão acrescentou que, se houvesse qualquer base concreta, essas alegações já teriam sido usadas judicialmente.

Trump nunca foi acusado formalmente por vítimas de Epstein e nega qualquer envolvimento em crimes sexuais.

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