Seguro de vida entra no planejamento financeiro das famílias no Amazonas, aponta especialista

Nos últimos dez anos, a contratação de seguros de vida cresceu, em média, 29% ao ano no país e consultora afirma que só investir não basta: proteção patrimonial ajuda a evitar perdas em casos de doença, invalidez ou morte

Izabella Cansanção é consultora financeira no Amazonas_Crédito Divulgação
O seguro de vida deixou de ser visto apenas como um recurso emergencial e passou a integrar o planejamento financeiro de muitas famílias amazonenses para 2026. Além de aplicações em renda fixa, imóveis ou bolsa de valores, cresce a busca por mecanismos de proteção capazes de garantir estabilidade em situações inesperadas, como doenças graves, invalidez ou perda repentina de renda.

Nos últimos dez anos, a contratação de seguros de vida cresceu, em média, 29% ao ano no país. Ainda assim, apenas 18% da população brasileira possui esse tipo de proteção, segundo a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).

Para a consultora financeira Izabella Cansanção, o número mostra que ainda há espaço para ampliar a cultura de proteção patrimonial. “Grande parte das pessoas foca apenas em fazer o dinheiro render, mas esquece de proteger a própria capacidade de gerar renda. E essa é a base de todo o planejamento”, explica.

Investimentos precisam de tempo

De acordo com a especialista, aplicações financeiras dependem de estabilidade e prazo para dar resultado, algo que pode ser interrompido por eventos inesperados. “Os investimentos levam anos para maturar. Já um problema de saúde ou um afastamento do trabalho pode acontecer amanhã. Sem proteção, a família pode perder em pouco tempo o que levou décadas para construir”, afirma.

Segundo ela, um dos erros mais comuns é planejar o futuro contando que nada dará errado. “Uma estratégia saudável precisa considerar não só o crescimento do patrimônio, mas também a preservação dele”, diz.

Planejamento consciente

Mãe de dois filhos pequenos, a advogada e empresária Thalita Odeth incluiu o seguro de vida no orçamento familiar como parte do planejamento de longo prazo.  Para ela, a decisão vai além da questão financeira. “Do ponto de vista financeiro, o seguro de vida é uma forma de amor e cuidado. É pensar que, caso algo aconteça, minha família não vai precisar começar do zero”, afirma.

Thalita conta que a importância da proteção sempre fez parte da sua história. “Aprendi com a minha mãe. Ela via o seguro como uma maneira de garantir que a gente tivesse segurança, mesmo diante de um recomeço difícil”, relata.
Proteção como complemento aos investimentos

Izabella reforça que o seguro não substitui aplicações financeiras, mas funciona como uma camada de segurança para que os planos de longo prazo não sejam comprometidos.

A procura tem aumentado principalmente entre famílias com filhos, profissionais autônomos e pessoas cuja renda depende diretamente da própria capacidade de trabalho.

Atuação no Norte

Izabella Cansanção é responsável técnica pela Tigresse Proteção Familiar, uma das primeiras franqueadas da Prudential na região Norte. A Prudential é a maior seguradora independente em seguros de pessoas no Brasil, com mais de 6,1 milhões de vidas protegidas e mais de R$ 5 bilhões pagos em benefícios.

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