Em pronunciamento sobre a situação do transporte coletivo na capital amazonense, o prefeito David Almeida detalhou os custos de manutenção do sistema e os entraves para evitar o aumento da tarifa. Segundo o gestor, o município injeta cerca de R$ 400 milhões por ano em subsídios para manter o valor da passagem congelado em R$ 4,50.
Custos e Tarifa Técnica
Almeida explicou que a tarifa técnica — o valor real que deveria ser cobrado para equilibrar as contas das empresas — ultrapassa os R$ 7,50. A diferença entre o que o passageiro paga e o custo operacional é coberta pelos cofres públicos. O prefeito enfatizou que o sistema de Manaus enfrenta um déficit crescente, agravado pelo aumento dos combustíveis e pela manutenção do Passe Livre Estudantil.
Embates Indiretos
Durante sua fala, o prefeito fez críticas indiretas a dois setores principais:
Governo do Estado: David Almeida sinalizou que a prefeitura passou a arcar sozinha com a gratuidade dos estudantes da rede estadual, após o fim de convênios anteriormente firmados com o Executivo Estadual.
Opositores Políticos: O gestor rebateu críticas de adversários, classificando-as como “desinformação”. Ele defendeu que as paralisações de ônibus são conflitos trabalhistas entre rodoviários e empresários (Sinetram), e não uma omissão direta da gestão municipal.
Cenário Estudantil
O prefeito destacou que Manaus é uma das poucas capitais com passe livre integral, mas alertou que a continuidade do benefício exige responsabilidade fiscal, sugerindo que o custo para manter os alunos nas escolas recaiu integralmente sobre o Tesouro Municipal no último período.
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