Fatores emocionais têm papel decisivo no desenvolvimento da disfunção erétil, alerta urologista

Dr. Giuseppe Figliuolo

Ansiedade, estresse, depressão e conflitos emocionais estão entre as principais causas da disfunção erétil, condição que afeta homens de diferentes idades e impacta diretamente a autoestima, os relacionamentos e a qualidade de vida. O alerta é do cirurgião urologista da Urocentro Manaus, Dr. Giuseppe Figliuolo.

De acordo com o especialista, que é doutor em saúde pública, é importante reforçar o tema no Janeiro Branco, mês voltado à saúde mental, para conscientizar a população masculina que buscar ajuda é um ato de responsabilidade e promove a qualidade de vida.

Ele explica que uma avaliação personalizada, que considere diversos fatores como idade , condição clínica, histórico de problemas emocionais, entre outros, pode apontar se há associação do problema, popularmente conhecido como impotência sexual, também com fatores físicos.

“A disfunção erétil possui forte ligação com a saúde emocional, podendo surgir mesmo na ausência de doenças orgânicas. Uma conversa franca com o urologista e uma avaliação que conte com exames complementares, podem apontar a causa e indicar o melhor tratamento”, assegura.

“É importante destacar que as possibilidades terapêuticas são inúmeras, mas, cada caso em particular tem um tipo de abordagem para garantir a eficácia e o retorno a uma vida sexual satisfatória, tanto para homens, quanto para mulheres”, explica Giuseppe Figliuolo.

De acordo com o especialista, emoções negativas ativam mecanismos de defesa do organismo e interferem na resposta sexual masculina. “Situações como pressão no trabalho, insegurança financeira, medo de falhar durante a relação e experiências anteriores frustrantes podem gerar um ciclo de ansiedade que dificulta a ereção”.

Em muitos casos, afirma o urologista, o problema se perpetua justamente pelo receio de que volte a acontecer, reforçando o bloqueio emocional e prejudicando a qualidade sexual de muitos casai. Isso, aliado ao preconceito de buscar ajuda, acaba gerando um impacto negativo ainda maior.

O especialista da Urocentro Manaus também destaca que a depressão é um fator extremamente relevante, pois reduz o desejo sexual e altera a produção de neurotransmissores ligados ao prazer.

“Além disso, conflitos no relacionamento, falta de diálogo com a parceria e baixa autoestima contribuem para o agravamento do quadro. Por isso, o tratamento da disfunção erétil deve ser individualizado e, sempre que necessário, multidisciplinar, envolvendo avaliação médica, acompanhamento psicológico e, em alguns casos, terapias específicas”, completou.

Apesar de ser mais comum após os 40 anos, Giuseppe Figliuolo garante que o problema pode afetar homens mas jovens. “Na prática médica, temos nos deparado com homens com menos de 40 anos que apresentam disfunção erétil com mais frequência. Por isso, a avaliação profissional é fundamental para identificar a origem do problema e evitar que a disfunção erétil afete outras áreas da vida. Falar sobre o tema sem tabu é um passo importante para o diagnóstico precoce e para a recuperação da saúde sexual e emocional do homem”, reforça o especialista.

Relação de confiança

Ele também destaca que a relação de confiança entre médico e paciente é fundamental para romper preconceitos e estimular a busca por ajuda de forma cada vez mais precoce, o que amplia as chances de sucesso no tratamento.

“Alguns temas ligados à urologia são muito sensíveis. A disfunção erétil é um deles e exige uma abordagem ao mesmo tempo humanizada e altamente técnica. Procurar um médico de confiança cria um ambiente seguro para o diálogo, facilita o diagnóstico correto e contribui para um tratamento mais eficaz e individualizado”, concluiu a Figliuolo.

Serviço

Dr. Giuseppe Figliuolo atende na Clínica Urocentro Manaus
Rua Fortaleza, Adrianópolis
Telefone: (92) 98115-2318

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