Investigações brasileiras e europeias apontam Santos como a principal cidade do mundo para os negócios entre a facção criminosa brasileira PCC (Primeiro Comando da Capital) e a máfia italiana ‘Ndrangheta, considerada a maior organização criminosa do planeta atualmente.
É de lá que partem, por meio de navios de carga, grandes remessas de cocaína para países da Europa, África e Ásia.
Os três homens apontados como os principais chefes desse negócio têm no Brasil o mesmo escritório de advocacia contratado, o Malavasi Sociedade de Advogados.
São eles o paulista André de Oliveira Macedo, 42, o André do Rap, acusado de chefiar o PCC em Santos desde fevereiro de 2018, mas detido em setembro do ano passado e recluso atualmente na penitenciária 2 de Presidente Venceslau (SP), e os italianos Nicola Assisi, 61, e Patrick Assisi, 37, acusados pelo governo italiano de serem os principais chefes da ‘Ndrangheta na América do Sul, mas detidos na Praia Grande (SP) em julho de 2019 e aguardando processo de extradição no presídio federal de Brasília.





