Homem executado durante jantar matou manicure há 7 anos após discussão no trânsito

Fabiano Sebin foi condenado a 25 anos de prisão pelo homicídio de Rosa de Lourdes Francisca da Silva, mas estava em regime semiaberto.

Fabiano Sebin, 40 anos, que foi executado a tiros na noite dessa quarta-feira (19), enquanto jantava, em Guarantã do Norte (715 km de Cuiabá), é o autor do homicídio da manicure Rosa de Lourdes Francisca da Silva, 43 anos. O crime aconteceu em maio de 2016, em Sinop (500 km de Cuiabá). Ele foi condenado a 25 anos de prisão, mas estava em regime semiaberto.

Conforme publicado pelo RepórterMT na época, de acordo com a denúncia do Ministério Público (MPMT), Fabian matou a manicure com várias facadas no pescoço, após uma discussão em um bar da cidade.

O julgamento do caso aconteceu em 2018. Em sua defesa, ele disse que matou a mulher por causa de uma discussão de trânsito, depois que os dois tinham saído do bar. Fabian afirmou que bateu com a sua moto no carro da manicure que em seguida o perseguiu para tirar satisfação. Ele contou ainda que levou um tapa no rosto, ficou irado e esfaqueou a mulher.

Após o crime, o homem furtou o carro da vítima, um Corolla e fugiu para o Pará, onde acabou preso.

Ao analisar o caso, o Tribunal do Júri entendeu que o crime foi cometido de maneira cruel, utilizando de recursos que dificultaram a defesa da vítima. Inicialmente ele também foi acusado de estupro, mas os exames não detectaram o DNA de Fabian no corpo da vítima.

No fim do julgamento, Fabian foi condenado a 25 anos de prisão, mas em 2018 acabou indo para o regime semiaberto.

Homicídio

Fabiano foi executado a tiros na noite dessa quarta-feira, enquanto estava em sua casa, em Guarantã do Norte.

De acordo com a Polícia Militar, a esposa de Fabiano relatou que o casal estava sentado, jantando, quando um bandido, com capacete na cabeça, invadiu a casa e atirou várias vezes contra o homem. Em seguida, fugiu em uma moto e ainda não foi localizado.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas ele não resistiu.

A Polícia Civil deve investigar o crime.

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