O médico geriu a pasta durante a gestão tampão do ex-governador Amazonino Mendes, entre 2017 e 2018 e foi convocado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde para depor e responder uma serie de acusações.
Seu nome foi citado nesta terça-feira, dia 4 de agosto de 2020, durante o depoimento da ex-secretária executiva Susam, Maria de Belém Martins.
Ela afirmou que foi chamada na gestão de Deodato para assinar processos de pagamento de serviços médicos, apesar de já não estar mais no cargo.
Para o presidente da CPI da Saúde, deputado delegado Péricles (PSL), Maria Belém assinou uma emissão de pagamento de um “caso que é claramente fraude”.
Dizem nos bastidores que assim como ocorreu na gestão tampão do ex-governador, Deodato é que irá mandar na Prefeitura e não Wilker Barreto. Deodato deixou inclusive seu cargo como assessor técnico, adquirido por direito, para ficar “livre” para concorrer no pleito de 2020. Ele também já havia sido secretário de Saúde de Amazonino, entre 1999 a 2002., mais sua convocação a CPI estragou os planos momentâneos do médico.





