Com ódiozinho e censura o Twitter anuncia expulsão de Trump definitiva da plataforma

O cofundador e presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, afirmou em janeiro que fechar a conta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, era a coisa certa a fazer, embora também tenha destacado que isso abre um "precedente perigoso".

Jack Dorsey, cofundador do Twitter, disse que não comemora, tampouco se orgulha da proibição contra Trump

Donald Trump não terá seu perfil reativado no Twitter mesmo que volte a ser presidente dos Estados Unidos. É o que informou Ned Segal, CFO da rede social, em entrevista à CNBC nesta quarta-feira (10.02).

A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, se manifestaram contra a medida do Twitter.

“Da forma como nossas políticas funcionam, quando você é removido da plataforma, você é removido da plataforma, seja você um comentarista, um CFO ou um ex-funcionário público”, explicou Segal .

“Lembre-se de que nossas políticas foram elaboradas para garantir que as pessoas não estejam incitando a violência”, ressaltou Segal, “e se alguém fizer isso, temos de removê-los do serviço. Nossas políticas não permitem que as pessoas voltem”.

A conta pessoal de Trump no Twitter foi banida no início de janeiro, dias depois de insurgentes rebeldes invadirem o Capitólio dos EUA. Na ocasião, Trump foi acusado de incitar a invação fazendo alegações infundadas sobre uma suposta fraude eleitoral.

Pouco depois da escalada da violência no Capitólio, Trump postou um vídeo no Twitter enviando uma mensagem aos manifestantes: “Nós te amamos, vocês são muito especiais”. Mais tarde, ele tuitou seu apoio e disse ter sido “tratado injustamente” durante a eleição.

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