Desde que o uso das primeiras vacinas contra a Covid-19 foram autorizadas no Brasil, a população já havia sido informada que o imunizante não impede o cidadão de ser infectado pelo coronavírus, mas traz sintomas mais leves para quem for acometido pela doença, daí a importância para que os brasileiros busquem os postos de vacinação.
Hoje (7), em todo o país, estão imunizados com as duas doses um total de 27.795.289 pessoas, 35,5% de quem já recebeu a primeira dose, que é de quase 78,5 milhões de brasileiros.
Todas essas pessoas, independentemente de ter tomado uma ou duas doses, ainda podem ser contaminadas ou reinfectadas pelo vírus.
Tenho os sintomas. O que faço?
E caso isso aconteça, o procedimento é similar ao que era feito quando a população sequer tinha esperança da chegada de qualquer vacina.
Logo, caso sinta quaisquer um dos sintomas já conhecidos da doença, o ideal é fazer o isolamento por pelo menos 10 dias e buscar fazer o teste para detecção da Covid-19.
Entre os sintomas mais comuns estão a febre, a tosse seca e o cansaço. No entanto, dor de garganta, diarreia, conjuntivite, dor de cabeça e perda de paladar ou olfato são outros sinais que devem deixar a pessoa em alerta e ir em busca da realização de um teste que detecte – ou não – a Covid.
Coronavírus ainda circula
De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), sem a marca de 70% da população imunizada com as duas doses, pode ser frequente a ocorrência de novos casos de Covid. Isto porque, mesmo vacinadas, as pessoas transmitem o vírus para a população que não está vacinada e, assim, o coronavírus se mantém em circulação.
Ou seja, por isso também faz-se importante continuar adotando as medidas não-farmacológicas como uso de máscaras, álcool em gel e o distanciamento social.
Esquema vacinal
A SBIm alerta ainda que quem pegar a Covid-19 antes da segunda dose deve completar o esquema vacinal após a cura da doença.
Texto: Rosianne Couto
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