Idosa entra em hospital e mata marido que tinha doença terminal a tiros

A polícia classificou o caso como "assassinato-suicídio premeditado". A ação teria sido planejada semanas antes pelo casal.

Uma mulher de 76 entrou em um hospital de Daytona Beach (Flórida, EUA) e matou a tiros o marido, que estava internado em estado terminal.

A polícia classificou o caso como “assassinato-suicídio premeditado”. A ação teria sido planejada semanas antes pelo casal.

Após os disparos, policiais chegaram rapidamente ao hospital AdventHealth para encontrar Ellen Gilland, que estava armada e fez barricada em um quarto no 11º andar, contou a emissora WESH2.

“Aparentemente, porque ele estava com uma doença terminal, eles conversaram e planejaram isso há cerca de três semanas. Se ele continuar piorando, ele queria que ela acabasse com aquilo”, disse o chefe de polícia de Daytona Beach, Jakari Young. Jerry Gilland tinha 77 anos. Ele era o único paciente no quarto.

Young também disse que Ellen planejava apontar a arma para si mesma, mas não conseguiu. A negociação para desarmar a idosa levou quatro horas. Ellen, que se negava a entregar a arma, só foi dominada após agentes usarem granada de efeito moral e arma de choque. Na ação, o idosa chegou a disparar para o teto.

Extra

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