“Esse método de armazenagem, tem ganhado força entre os produtos, principalmente pelo bom custo benefício tanto para grandes produtores que estão com excesso de produção quanto para os pequenos e médios produtores que querem armazenar por um período curto de tempo”, explica o gerente corporativo de Peças da Pivot Máquinas Agrícolas e Sistemas de Irrigação – João Mendanha.
gerente corporativo cita outro problema frequente enfrentado pelos produtores brasileiros que é a dificuldade de planejar a logística do transporte da safra, já que a grande maioria das fazendas depende de uma frota terceirizada para isso. “Muitas vezes a empresa que faz esse transporte não tem um caminhão disponível para buscar os grãos na propriedade no período de colheita, isso obriga o produtor a vender por um preço mais baixo, porque ao não ter como armazenar a produção, ela será perdida. Com o silo-bolsa, o produtor pode armazenar sua produção até conseguir organizar a demanda logística do transporte, ou simplesmente guardar os grãos até o momento em que as commodities irão estar num preço melhor”, esclarece Mendanha.
Custo benefício
O gerente corporativo da Pivot cita como uma das principais atratividades do armazenamento por meio do silo-bolsa a sua boa relação custo benefício. “Numa comparação com os silos metálicos estáticos, que são bastantes usados no Brasil, você tem uma redução nos custos totais, de implantação e operação, que chega até 53%, no caso da soja, e até 60% no armazenamento do milho”, detalha João Mendanha.
Outra vantagem apontada pelo gerente é a possibilidade de setorização da produção. Seja pelo seu formato, composição e variedades de tamanho, o silo-bolsa é um sistema de armazenamento móvel por meio do qual o produtor pode separar sua produção de acordo com o tipo de grão. “Desse modo, podem ser divididos os grãos, de acordo com as datas de colheita, ou ainda, separar a produção levando em consideração as áreas de onde foram colhidas”, explica.





