Passados quase 3 meses a Seinfra chegou a conclusão que tinha mais de 100 obras paradas, e lógico, culpou o negão

A Seinfra após quase 3 meses afirma que herdou 100 obras paralisadas da gestão Amazonino Mendes em contratos e convênios que somam R$ 347,9 milhões. Segundo avaliação do titular da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), Carlos Henrique Lima, o pacote de obras do ex-governador Amazonino anunciado às vésperas da campanha no ano passado foi com fins eleitoreiros. A pasta identificou a duplicidade de contratos e convênios firmados para recuperação do mesmo sistema viário.

“Nenhuma obra foi concluída. Obras lançadas em 2018 com objetivo, me parece, de fins eleitoreiros. Tivemos o verão de 2018 para concluir. Não são obras difíceis de serem executadas. Serviços normais de uma construtora. Os contratos nas gestões anteriores sempre tiveram aditivo de prazo. Nunca cumpriu prazo, custo e o cronograma. Entre as razões, a construtora não se planeja para construir o objeto, a fiscalização é deficiente e a falta de exigência de cumprimento do contrato”, afirmou.

Das 117 obras em 56 municípios que serão retomadas pelo Governo do Estado neste ano, no pacote lançado na última quarta-feira (13), 100 estavam com contratos paralisados e/ou atividades paradas.

O secretário afirmou que identificou o pagamento de obras que não foram executadas pela empreiteira contratada como a recuperação das ruas de Barcelos (a 401 quilômetros de Manaus) com o ‘desvio entre o cronograma físico e o financeiro’. As obras já foram retomadas pela empresa Compasso Construções.

“Para empresas que executaram sistemas viários foi feito um adiantamento no fornecimento do insumo betuminoso (material usado na confecção do asfalto) antes da execução do objeto. Em geral, isso é pago só quando executado. Em caso de ruptura contratual, tem que entrar na Justiça para reaver o dinheiro”, declarou o engenheiro civil.

 

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