Suspeito de matar mulher de 62 anos se apresentou a ela como travesti, e foi acolhido

Crime ocorreu em Barretos, no interior de São Paulo

A aposentada Nilza Pingoud, morta aos 62 anos, por homem que disse ser travesti | Foto: Divulgação

O delegado Rafael Faria Domingos, responsável pelo caso da morte da aposentada Nilza Costa Pingoud, de 62 anos, afirmou que o principal suspeito de assassinar a mulher disse ser travesti, ao pedir abrigo a ela. Ainda não se sabe o nome do bandido.

De acordo com a Polícia Civil de Barretos (SP), cidade onde o crime ocorreu, vizinhos encontraram o corpo de Nilza enterrado no quintal da própria casa, na terça-feira 1˚, depois de notarem o sumiço da mulher, desaparecida por uma semana. Populares entraram na residência, viram terra remexida nos fundos do imóvel, chamaram a polícia e descobriram o corpo.

“Esse sujeito, que se apresentava como uma travesti, foi acolhido para morar na residência dela, por motivos ainda a se apurar”, disse Domingos. “Atualmente, ele não se apresenta como travesti.”

Conforme Domingos, o ex-travesti que pediu abrigo já é considerado foragido, visto ter tido sua prisão decretada ontem pela Justiça. A polícia vê fortes indícios de o crime ter sido premeditado. Isso porque há indícios de movimentação recente nas contas bancárias de Nilza.

O delegado revelou que aguarda o resultado da perícia para confirmar a causa da morte de Nilza, mas, em um primeiro momento, os investigadores trabalham com a hipótese de que ela tenha sido asfixiada enquanto dormia.

Autoridades ainda não descobriram a identidade do travesti que matou a mulher que deu abrigo a ele | Foto: Divulgação

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