Realizado no auditório do TCE-AM, de 9h às 12h, com o intuito de debater melhores perspectivas de igualdade e convivência, o seminário contou com a presença de servidores e jurisdicionados de instituições públicas do Amazonas.
As palestras foram ministradas pela servidora pública e mestre em direito, Luciana Santos e pelo historiador e psicanalista, Ygor Cavalcante.
Dando início aos debates, a mestre em direito, Luciana Santos, abordou a concepção histórica das origens do racismo na América e como isso ainda reflete nas relações de trabalho.
“O racismo tem uma antecedência muito enraizada, principalmente no Brasil, onde o sistema escravocrata deixou marcas profundas, que até hoje, mesmo com todo avanço da sociedade em economia, política e cidadania, precisamos estabelecer medidas urgentes de combate”, explicou a mestre em Direito, Luciana Santos.
O psicanalista, Ygor Cavalcante, trouxe para o debate pesquisas sobre a escravidão na Amazônia, lutas sociais e psicanálise.
“Ainda há pouco espaço para o debate de ideias. Por isso, é interessante abrir caminhos para se falar sobre as diversidades, os reais problemas da nossa sociedade, que são diversos, principalmente os econômicos, de classe e religiosos. A psicanálise neste campo, tenta corrigir e explicar, progressivamente, o que seria um conceito ideal para lidar com o desenvolvimento humano”, afirmou o psicanalista Ygor Cavalcante.
Os participantes receberam certificação de 3h e a cartilha de Prevenção e Enfrentamento da Corte de Contas, que reúne conceitos, formas de identificar comportamentos agressivos e como lidar com as diferentes situações dentro do ambiente de trabalho.








