Passa de 900 o número de mortos graças aos criminosos terroristas do Hamas e Israel oficializa a Guerra

Sistema antimísseis de Israel intercepta foguetes lançados a partir da Faixa de Gaza AMIR COHEN/REUTERS - 08.10.2023

O balanço do conflito indica, até o momento, ao menos 977 mortos: 600 pessoas em Israel; 370 na Faixa de Gaza; e 7 na Cisjordânia. Os feridos já passam de 2 mil.

A última atualização de feridos, informa que 2.048 pessoas estavam hospitalizadas, sendo 20 em condições críticas e 330 em estado considerado grave.

Já os dados mais recentes de Gaza informam 370 mortos e mais de 2.200 feridos, um número que deve subir mais hoje, devido à retaliação israelense no território palestino nas últimas horas.

Guerra

O Gabinete de Segurança de Israel declarou, neste domingo (8/10), estado de guerra. Segundo o governo, o conflito teria sido “imposto a Israel por um ataque terrorista e assassino de Gaza.” O ato oficializa o embate e permite a adoção de medidas militares abrangentes.

Referindo-se aos ataques-surpresa do Hamas da véspera, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu prometeu que derrotará o grupo radical islâmico, mas alertou que a guerra “vai levar tempo”. O político conservador enfatizou que os eventos recentes foram algo “jamais visto em Israel” e jurou “vingança esmagadora por esse dia negro”. O premier garantiu que as forças militares israelenses chegarão a todos os lugares onde o Hamas possa estar se escondendo.

Netanyahu disse considerar o grupo diretamente responsável pela segurança e pelo bem-estar dos civis e soldados que mantêm cativos, acrescentando que Israel “acertará contas com qualquer um que cause danos” a esses reféns. Segundo observadores, o sábado foi o dia mais sangrento do conflito israelo-palestino desde a guerra do Yom Kippur, há 50 anos.

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