
Segundo a blogueira Malu Gaspar, a estratégia da diplomacia brasileira para lidar com a crise aberta pelo início da guerra entre Israel e a Palestina é deixar para um segundo momento qualquer discussão sobre eventuais condenações ao ataque terrorista do Hamas ou sanções à Palestina.
De acordo com fontes do Itamaraty, a intenção é evitar que um impasse prejudique o trabalho de resgate dos cidadãos de outros países ou futuras iniciativas para a negociação de um acordo de paz.
Por ora, não há nenhuma intenção de tocar em um tema sobre o qual o conselho e o governo brasileiro são frequentemente cobrados – a inclusão do Hamas na lista de grupos considerados terroristas pela ONU. Hoje essa lista inclui o Estado Islâmico, o Boko Haram e a al-Qaeda, entre outras organizações. E se o plano do governo brasileiro vingar, o assunto vai ficar em segundo plano.




