Militares do Exercito falaram em dar tiro de fuzil na cabeça de Alexandre de Moraes

Ministro votou contra a tese, mas defendeu condições para demarcação, como indenização prévia e possibilidade de compensação STF volta a julgar marco temporal nesta quarta; Moraes votou contra a tese

Dois dos presos desta quinta-feira (11/7) pela Polícia Federal nas investigações da “Abin paralela” defenderam desde impeachment até tiro de fuzil contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. “Esse careca tá merecendo algo a mais [sic]”, escreveu Giancarlo Gomes Rodrigues, militar do Exército.

Na conversa com Marcelo Araújo Bormevet, policial federal, os dois chegaram a falar de tiro de fuzil após o compartilhamento de notícia informando que Moraes afastou um delegado da PF do inquérito sobre ataque hacker ao TSE. Giancarlo diz que o ministro merecia “algo a mais” e Bormevet responde: “7.62”, em referência a um tiro de fuzil. Giancarlo ainda complementou: “head shot”, que significa tiro na cabeça.

O militar faz uma “piada” dizendo que é melancia, porque tem o órgão sexual vermelho; depois, diz que “com esse careca filho da p*, só tiro mesmo”.

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