A VERDADE APARECE: Alessandra Campelo traz experiência, mas por que o vice de Manaus foi um feirante sem qualificação? Entenda os bastidores, saiba a verdade.

Saiba como Renato Jr. foi indicado.

A recente movimentação no tabuleiro político do Amazonas, com a indicação da deputada Alessandra Campelo como pré-candidata a vice na chapa de Omar Aziz, reacende um debate fundamental sobre os critérios de composição das chapas majoritárias: o que deve pesar mais, o currículo técnico-político ou as articulações de bastidores?

Ao analisarmos o perfil de Alessandra Campelo, os dados são objetivos. Com sucessivos mandatos na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) e experiência à frente de secretarias estratégicas, Campelo traz para a disputa uma bagagem administrativa que não pode ser ignorada. Sua atuação parlamentar e o conhecimento da máquina pública estadual conferem à chapa uma musculatura técnica que garante prontidão para o exercício do cargo.

Bastidores e a queda de braço pela vice

A polêmica atual ganha contornos mais nítidos quando comparada à história recente da Prefeitura de Manaus. Fontes de bastidores — conhecidas pela precisão deste Portal — indicam que a escolha de Renato Júnior para a vice de David Almeida teria sido, à época, um pedido direto de Omar Aziz.

O cenário daquele período foi marcado por uma intensa queda de braço: enquanto Omar Aziz articulava por Renato Júnior — que, segundo fontes, teria implorado pela vaga — o senador Eduardo Braga brigava para emplacar um nome de sua estrita confiança. Segundo fontes fortes deste Portal, o indicado de Braga seria Jesus Alves. Preterido na chapa majoritária em favor da aposta pessoal de Omar, Jesus acabou sendo nomeado secretário apenas na segunda gestão do então prefeito.

Ética e Fiscalização

Embora o Portal Chumbo Grosso mantenha o respeito institucional e a cordialidade pessoal com os atores envolvidos, nossa missão jornalística nos obriga a separar a amizade do dever de fiscalizar. As críticas direcionadas à gestão de Renato Júnior não residem em sua origem simples — o que é digno — mas sim no questionamento sobre a qualificação técnica e experiência administrativa prévia para os desafios de uma metrópole.

A política é feita de acordos, mas a administração pública é feita de resultados. O atual cenário de discordâncias entre Omar, David e Renato evidencia o risco de escolhas baseadas em critérios de conveniência política, em detrimento da competência comprovada.

O papel deste veículo permanece inalterado: as boas conversas entre amigos ficam no campo das formalidades, mas a gestão do dinheiro público e a eficiência administrativa permanecem sob a lupa rigorosa das nossas denúncias e do acompanhamento junto aos órgãos fiscalizadores. O eleitor amazonense merece uma régua alta.

Nota da Redação: O Portal Chumbo Grosso reafirma seu compromisso com a transparência e a pluralidade de vozes. O espaço permanece aberto para que todos os citados nesta análise — o senador Omar Aziz, o prefeito David Almeida, o vice-prefeito Renato Júnior, o senador Eduardo Braga e o secretário Jesus Alves — possam se manifestar, caso assim desejem, sobre os fatos e bastidores aqui relatados. Nossa prioridade é o interesse público e o zelo pela administração do nosso Amazonas.

Por: Ronaldo Aleixo Diretor de Jornalismo — Portal Chumbo Grosso

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