O Amazonas está cansado de teatro, mas o espetáculo mambembe protagonizado pelo Senador Eduardo Braga sobre a BR-319 ganhou um capítulo final que ele não esperava. Braga tentou posar de “pai da estrada”, jogando a culpa de décadas de abandono no colo de Alfredo Nascimento. Mas a resposta veio como um soco no estômago da hipocrisia: os fatos não mentem, e eles mostram que o maior adversário da rodovia sempre esteve sentado na cadeira de senador.
O Crime da Ferrovia: O Plano para Matar a Estrada
Alfredo Nascimento abriu a caixa-preta e confirmou o que os bastidores da política já sabiam: enquanto era Ministro dos Transportes e tentava avançar com o asfalto, Eduardo Braga, então governador, agia nas sombras. Braga não queria o progresso do estado; ele queria o enfraquecimento do adversário.
Para impedir que Alfredo entregasse a obra, Braga tirou da cartola o projeto mirabolante de uma ferrovia. Não era uma alternativa logística, era uma armadilha jurídica. Ao propor um novo modal no meio do processo de licenciamento, Braga deu munição de ouro para o MP e órgãos ambientais travarem tudo. Ele preferiu ver o povo do Amazonas isolado na lama do que ver Alfredo Nascimento cortando a fita de inauguração.
O “Pai das Liminares” e o Erro Proposital
A prova real de que Braga joga contra o Amazonas está no agora. O senador anunciou com foguetes que as obras começariam em maio, usando o DNIT como seu puxadinho político. Mas o que vimos? Um edital tão mal-feito, tão juridicamente porco, que parecia desenhado para ser derrubado.
Classificar 300km de asfalto novo como “manutenção”? Isso não é erro de estagiário, é estratégia de quem vive de promessa. Braga sabia que a Justiça Federal suspenderia a obra. Ele precisava apenas do título de jornal: “Braga tenta, mas a Justiça para”. É o ciclo infinito da mentira que mantém o Amazonas refém.
O Veredito do Povo
Entre Alfredo e Braga, a história é clara:
- Alfredo Nascimento aponta os projetos, as datas e o boicote sofrido por quem queria trocar asfalto por trilhos fantasmas.
- Eduardo Braga entrega vídeos de rede social, emendas que não saem do papel e erros técnicos que dão o pretexto perfeito para as ONGs pararem o estado.
O Chumbo Grosso avisa: o povo amazonense não é bobo. A mentira tem perna curta, e a da BR-319 tem a cara de Eduardo Braga. Quem usou o meio ambiente como escudo para esconder a vaidade política hoje tenta se passar por salvador da pátria. Alfredo Nascimento falou a verdade: Braga foi, e continua sendo, o maior entrave para o nosso desenvolvimento.
Chega de palanque! O Amazonas quer asfalto, não quer mais o jogo sujo de quem só pensa em 2026 enquanto o povo atola na lama.
Fonte: Imediato/Foco no Fato.
Nota da Redação: O espaço segue aberto e à disposição do Senador Eduardo Braga e de sua assessoria, bem como de todos os citados, para que possam se manifestar formalmente sobre as declarações e os fatos apresentados. O Chumbo Grosso preza pelo direito ao contraditório e pela transparência, garantindo que todas as versões cheguem ao conhecimento do povo amazonense.
Texto: Ronaldo Aleixo/Chumbo Groso e Cobras da Direita.





