EDITORIAL: A FÁBRICA DE NÚMEROS VOLTOU – O “MILAGRE” DA VERITÁ QUE NINGUÉM ACREDITA

O mercado político do Amazonas acordou nesta quarta-feira, 29 de abril, com mais uma peça de ficção científica travestida de levantamento estatístico. O Instituto Veritá, que já carrega um currículo extenso de polêmicas e decisões judiciais contrárias, resolveu “atacar” novamente. Desta vez, a “mágica” das urnas de papel colocou Maria do Carmo em primeiro lugar, ignorando solenemente a realidade das ruas e o histórico de todos os outros institutos sérios do país.

O “Fantasma” do Autofinanciamento
O Chumbo Grosso apurou que o modus operandi suspeito continua o mesmo. Como uma empresa tira quase R$ 94 mil do próprio bolso para fazer uma pesquisa sem nenhum contratante externo? No mundo real, ninguém trabalha de graça, muito menos gasta uma fortuna para “se dar ao luxo” de pesquisar. A falta de nota fiscal e a declaração de recursos próprios no TSE (AM-04742/2026) cheiram a manobra para esconder quem realmente está pagando a conta.

Erros que Beiram o Amadorismo
Não é apenas uma questão de opinião, é falta de técnica. Como confiar em um instituto que:

Troca o partido dos candidatos: Colocar o Delegado Costa e Silva (PL) no Solidariedade não é “lapso”, é incompetência técnica que invalida qualquer amostragem.

Ignora o Cenário Nacional: Enquanto Quaest e IPEC mostram uma realidade de equilíbrio, a Veritá parece viver em um universo paralelo onde a lógica partidária não existe.

Compromisso com a Verdade
O Chumbo Grosso não se curva a narrativas montadas em gabinetes. O histórico da Veritá com fraudes eleitorais é público e notório — basta uma busca rápida para encontrar o rastro de suspensões judiciais.

Divulgar números inflados e sem base científica não é fazer jornalismo, é tentar manipular a democracia. O povo amazonense não é bobo e sabe distinguir um termômetro real de uma peça de marketing encomendada.

Aqui, a mentira não tem vez. Seguimos de olho!

Aguardamos a divulgação do PDF da pesquisa. Como fizemos na últimos onde mostramos erros absurdos e uma pesquisa feita basicamente em Manaus.

Texto: Ronaldo Aleixo.

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