đŸ”„ TRETA EM MANAUS: Marcelo Ramos sobe o tom, chama Coronel Rosses de “agressor de mulher” e reacende polĂȘmica sobre a UFAM. Veja o vĂ­deo.

O clima polĂ­tico no Amazonas esquentou de vez. Em um vĂ­deo publicado nas redes sociais, o ex-deputado federal Marcelo Ramos disparou acusaçÔes pesadas contra o vereador de Manaus e prĂ©-candidato a deputado federal, Coronel Rosses (PL). No ataque, Ramos chamou o parlamentar de “agressor de mulher” e “defensor de bandido”, trazendo de volta aos holofotes o recente e polĂȘmico episĂłdio envolvendo a Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

O estopim para o desabafo de Marcelo Ramos foi a ação liderada por Rosses nas dependĂȘncias do Instituto de Filosofia, CiĂȘncias Humanas e Sociais (IFCHS) da UFAM. Na ocasiĂŁo, o vereador e sua comitiva entraram no campus para remover cartazes de manifestaçÔes estudantis, o que gerou um forte bate-boca com alunos e professores, alĂ©m de notas de repĂșdio de sindicatos docentes que classificaram o ato como “invasĂŁo” e “atentado Ă  liberdade de expressĂŁo”.

AcusaçÔes pesadas na pré-campanha
Aproveitando o episĂłdio na universidade, Marcelo Ramos subiu o tom da retĂłrica eleitoral. Ao usar os termos “defensor de bandido” e “agressor de mulher”, o ex-deputado resgatou antigas narrativas de bastidores e disputas locais para desgastar a imagem pĂșblica do coronel da reserva da PolĂ­cia Militar, que hoje preside a ComissĂŁo de Segurança PĂșblica na CĂąmara Municipal de Manaus (CMM).

O Coronel Rosses, que se elegeu em 2024 surfando na onda conservadora e tem como principais bandeiras a segurança e a pauta de costumes, vem enfrentando um perĂ­odo turbulento. Recentemente, o parlamentar usou a tribuna da CMM para denunciar o que chama de “perseguição polĂ­tica”, referindo-se a um processo administrativo na PMAM que pedia sua exclusĂŁo da corporação. AlĂ©m disso, Rosses tambĂ©m foi alvo de questionamentos jurĂ­dicos sobre sua participação em empresas de material bĂ©lico enquanto ainda estava na ativa na polĂ­cia.

O embate entre Ramos e Rosses desenha o tom do que serĂĄ a disputa pelas vagas em BrasĂ­lia: uma polarização agressiva, onde a universidade pĂșblica e o histĂłrico dos candidatos viraram o principal campo de batalha.

O Espaço estå aberto para que o citado se manifeste.

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