MÁSCARAS NO CHÃO! Por que Maria do Carmo evita bater de frente com o grupo de Omar Aziz? A resposta não está na gentileza política, mas no passado que bate à porta!
O bastidor é pesado: o “primeiro-damo” da candidata, Wellington Lins, tem no currículo a marca de quem já encarou xadrez e prisão preventiva no emblemático caso do antigo DNER, com denúncias que vão de estelionato a desvio de dinheiro público.
Com o cunhado Átila Lins umbilicalmente ligado ao grupo de Omar, a “nova política” prefere o silêncio respeitoso.
Na hora do discurso na TV, sobra valentia; mas quando o assunto cruza os interesses da família Lins e seus velhos conhecidos de Brasília, a empolgação vira prudência. Afinal, quem tem teto de vidro e passado na PF prefere não atirar a primeira pedra!
O espaço está aberto para que os citados se manifestem.





