Um relacionamento a três resultou em um crime brutal na zona leste de São Paulo. Júlio César foi detido sob acusação de assassinar Maria, sua ex-companheira, cujo corpo foi encontrado concretado sob uma cama. Fiorella, que também mantinha um relacionamento com o rapaz e estava separada dele há uma semana antes do incidente, denunciou o crime à polícia.
O caso teve início quando Fiorella decidiu reatar seu relacionamento com Júlio. Ao retornar para casa após uma saída ao mercado com seu filho, ela percebeu a ausência de Maria e notou objetos pessoais deixados para trás. Desconfiada da explicação dada por Júlio sobre a partida repentina de Maria, Fiorella descobriu o corpo da vítima escondido no quarto.
Durante os dois meses seguintes ao assassinato de Maria, que estaria grávida, Fiorella foi mantida em cárcere privado por Júlio. Ela sofreu agressões físicas e ameaças constantes contra si mesma e seu filho caso tentasse buscar ajuda ou denunciar os crimes cometidos pelo companheiro.
A situação mudou quando a mãe de Fiorella viajou da Bolívia até São Paulo para resgatar a filha. Com apoio da locadora do imóvel onde estavam confinados, elas conseguiram chamar as autoridades policiais enquanto escapavam com o neto.
Em depoimento à polícia local no 24º Distrito Policial paulistano, Júlio confessou ter cometido outros crimes graves anteriormente fora do Brasil. Ele agora enfrenta acusações formais por ocultação dolosa de cadáver, além dos delitos relacionados aos maus-tratos infligidos sobre Fiorella durante este período traumático.





