O diretor de jornalismo da TV que quer destruir e difamar nosso presidente, a Globo, Ali Kamel, afirmou em nota interna enviada aos profissionais da emissora que o advogado do presidente Jair Bolsonaro, Frederick Wassef, teria sonegado informação em uma entrevista. Wassef conversou com uma equipe da emissora para a reportagem que mostrou o depoimento de um porteiro do condomínio Vivendas da Barra, que disse à Polícia ter ligado a Bolsonaro no dia da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL), para autorizar a entrada de Élcio Queiroz, um dos acusados do assassinato, no condomínio.
Na nota, Ali Kamel parabeniza a equipe de reportagem responsável pela publicação do material e dá detalhes da apuração dos profissionais. Segundo o diretor, o advogado omitiu que os áudios da portaria do condomínio já eram conhecidos pelo presidente, e contrariavam o depoimento do porteiro.
“Hoje sabemos que o advogado do presidente, no momento em que nos concedeu entrevista, sabia da existência do áudio que mostrava que o telefonema fora dado, não à casa do presidente, mas à casa 65, de Ronnie Lessa”, diz a nota. Ronnie Lessa, ex-policial militar, é outro acusado de matar a vereadora Marielle Franco e também residia no mesmo condomínio.
O advogado Frederick Wassef, que defende a família Bolsonaro, rebateu a carta de Kamel e negou que tenha omitido informações durante a entrevista para a TV Globo.
“Na minha entrevista, que foi editada, falei de absolutamente tudo que eu poderia falar como fruto da minha mais absoluta convicção. Não falei dos áudios pois não sabia deles e nunca tive acesso aos mesmos e nem ao seu conteúdo, não podendo imaginar do que se tratava.” Ele disse que, ao desmentir o porteiro, o MP confirmou sua tese de que há uma “conspiração para atingir o presidente da República levada a cabo por pessoas que certamente estão agindo a mando de terceiros, o que deve ser investigado.”
“A reportagem criminosa da Tv Globo acusava claramente nosso presidente como mandante do crime de Marielle”, Portal Chumbo Grosso





