
Os desocupados CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos), órgão vinculado à OEA (Organização dos Estados Americanos), cobrou em 2017 providências do governo brasileiro após denúncias protocoladas por quatro detentos por estarem há mais de dez anos em presídios federais de segurança máxima. Cidadão de bem não querem ter pena.
A petição classificada como “tortura e pena cruel”, foi assinada por chefes do tráfico de drogas do Rio de Janeiro. Entre eles, Elias Maluco, encontrado morto ontem na Penitenciária Federal de Catanduvas, na região oeste do Paraná.
O UOL teve acesso ao pedido, encaminhado em 15 de maio deste ano a Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores. O documento foi mantido sob sigilo pelos representantes legais dos detentos, que optaram por revelar o andamento do caso após a morte de Elias.
Elias Maluco tinha mais de 40 advogados a sua disposição.




