Dia Internacional da Mulher: Servidoras da Sejusc dedicam atenção na linha de frente de acolhimento e proteção no estado

Profissionais destacam a importância do acolhimento humanizado e  trabalho diário da rede proteção

Fotos: Ygson França / Sejusc
Fotos: Ygson França / Sejusc

Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, neste domingo (08/03), a Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) destaca o trabalho realizado pelas servidoras da Secretaria Executiva de Políticas para as Mulheres (SEPM), que atuam diariamente no acolhimento, orientação e proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade por meio dos serviços oferecidos pela pasta.

De acordo com a secretária executiva da SEPM, Syrlan Picanço, o trabalho desenvolvido pelas servidoras da secretaria é fundamental para fortalecer a rede de proteção às mulheres no estado. “As servidoras que atuam na SEPM são muito preparadas para esse serviço de acolhimento e de proteção aos direitos de outras mulheres. Elas são peças essenciais em todo o trabalho desenvolvido pela secretaria”, destacou.

A secretária também ressaltou que a rede de atendimento conta com diferentes serviços voltados ao apoio e à proteção das mulheres, como o Serviço de Apoio Emergencial à Mulher (Sapem), além da atuação de equipes multidisciplinares formadas por assistentes sociais, psicólogas e profissionais que atuam na Casa Abrigo.

“O atendimento e o acolhimento às mulheres não se limitam ao Dia Internacional da Mulher, mas ocorrem diariamente por meio dos serviços disponibilizados pela secretaria para aquelas que buscam proteção, orientação e apoio”, pontuou.

Acolhimento

Entre os serviços que integram a rede de atendimento da Sejusc está o Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher (Cream), onde as servidoras atuam diretamente no acompanhamento de mulheres em situação de violência. A coordenadora da unidade, Sueni Lima, explica que o trabalho desenvolvido pela equipe tem como principal objetivo fortalecer as mulheres atendidas para que consigam romper o ciclo de violência e reconstruir suas vidas.

“O que mais me motiva a estar nessa área é fazer com que a política pública de atendimento à mulher funcione. Nosso trabalho é atender, acompanhar e fortalecer essas mulheres para que elas consigam reconstruir suas vidas, com atendimentos que começam pelo acolhimento e seguem por toda a rede de proteção”, afirmou.

Uma das mulheres a passar pelo atendimento da rede é a estudante Sara Fernandes, que conheceu os serviços da SEPM após procurar ajuda em um momento delicado da sua vida. “Eu conheci os serviços depois de registrar uma ocorrência na delegacia da mulher. A partir daí, fui encaminhada para o Cream, onde recebi apoio psicológico e orientação”, relatou.

Sara destaca que o acompanhamento realizado pelas servidoras foi fundamental para superar as dificuldades enfrentadas naquele período. “No começo foi desafiador, porque existe muito medo e vergonha. Mas, com o apoio que recebi das profissionais, percebi que era possível seguir em frente e reconstruir minha vida”, contou.

A coordenadora do Cream reforça que a atuação da equipe exige preparo emocional, já que as profissionais lidam diariamente com relatos de mulheres em situação ou sobreviventes de violência. “Quando a mulher chega e encontra um atendimento humanizado, ela passa a confiar na rede de proteção. Isso fortalece para que ela continue os acompanhamentos necessários, busque seus direitos e consiga reconstruir sua vida”, ressaltou.

O trabalho desenvolvido pelas servidoras da SEPM representa uma importante rede de proteção para mulheres que enfrentam situações de violência. O suporte oferecido pelas profissionais contribui para que muitas delas encontrem caminhos para romper ciclos de violência, fortalecer sua autonomia e reconstruir suas trajetórias com mais segurança e dignidade.

“Atender mulheres em situação de violência também nos fortalece enquanto servidoras e enquanto mulheres. Isso nos motiva a continuar aprimorando os serviços e defendendo políticas públicas voltadas à proteção e garantia de direitos”, corrobora a coordenadora do Cream.

Para saber mais sobre os serviços e equipamentos de proteção oferecidos pela SEPM, o acesso é pelo site sejusc.am.gov.br/mulheres/, ou pelos canais da Sejusc Mulher (92) 98484-2207 ou (92) 98484-2172. A SEPM está localizada na rua Bento Maciel, nº 2, Conjunto Celetramazon, bairro Adrianópolis.

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