ESCÂNDALO NO TCE-AM: Conselheiro denuncia esquema bilionário e “operador” oculto no Governo; Investigação aponta nome de Bronze (veja o VÍDEO)

Enquanto escolas sofrem sem merenda, operador de luxo é alvo de denúncia no TCE-AM por controle de verbas bilionárias e pagamentos recordes a empresas.

A sessão plenária do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) desta segunda-feira (09) foi marcada por denúncias explosivas que colocam sob suspeita a gestão de recursos estaduais. O conselheiro Ari Moutinho Junior revelou a existência de um personagem apelidado de “Branquinho”, que atuaria como um suposto operador oculto em contratos que somam cifras bilionárias.

De acordo com o conselheiro, há um abismo entre o padrão de vida nababesco atribuído ao citado e a precariedade de setores vitais, como a saúde e a educação no Amazonas.

A “Empresa Mãe” e os Pagamentos Recordes

Em seu pronunciamento, Moutinho Junior destacou o que chamou de “agilidade atípica” na liberação de pagamentos para um grupo restrito de empresas. O conselheiro identificou a Amazonas PRI como a “empresa mãe” do esquema, sugerindo que por ela circularia a influência direta da figura mencionada.

Enquanto fornecedores de serviços essenciais aguardam meses por repasses, as faturas ligadas a este grupo seriam liquidadas em prazos recordes — muitas vezes no dia seguinte ao faturamento.

O Nome por trás do Apelido

Investigação conduzida por este portal, com base em fontes próximas ao TCE, que solicitaram anonimato sob a garantia do sigilo profissional (Art. 5º, XIV da Constituição Federal), indica que o indivíduo referido nos bastidores da política como “Branquinho” seria um cidadão de sobrenome Bronze.

Relatos colhidos apontam que Bronze possuiria trânsito livre e proximidade com a atual gestão do Governo do Estado, atuando como um articulador estratégico na priorização de fluxos financeiros e contratos.

Luxo Internacional vs. Fome no Interior

A denúncia levada ao pleno do TCE detalha gastos com camarotes em eventos de gala e cursos de culinária em instituições de luxo na Europa, contrastando com a grave situação da merenda escolar em diversos municípios do interior. Um dos pontos centrais da fiscalização é a suspensão de um contrato de agronegócio de R$ 1,3 bilhão, originalmente voltado à educação, sob suspeita de graves irregularidades na tramitação.

 

Espaço para o Contraditório

Este veículo de comunicação reafirma seu compromisso com a verdade e a imparcialidade. Em estrita observância aos princípios da ampla defesa e do contraditório, nossos canais permanecem abertos para que o senhor Bronze, a empresa Amazonas PRI e a assessoria de comunicação do Governo do Estado apresentem seus esclarecimentos ou notas oficiais.

Reiteramos que a fiscalização do interesse público é o pilar fundamental desta reportagem, garantindo o direito de resposta a qualquer parte que se sinta atingida pelos fatos narrados.

 

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