O senador Plínio Valério (PSDB-AM) defendeu, em pronunciamento nesta quarta-feira (12), a votação da proposta dele que institui a taxação de grandes fortunas.
Ele explicou que o PLP 183/2019 não representa objeção às pessoas que são milionárias. A intenção, disse, é fazer com que os ricos deem sua parcela de contribuição, uma vez que conquistaram o patrimônio que possuem não apenas com o próprio trabalho, mas também com a ajuda da estrutura do Estado erguida com o dinheiro dos impostos que todos os brasileiros pagaram ao longo dos anos, independentemente da renda.
— A revista Forbes mostrou que 42 milionários brasileiros enriqueceram, juntos, na pandemia, o equivalente a R$ 177 bilhões. Então, é justo, é sensato que aqueles que ganharam dinheiro na pandemia possam ajudar a retribuir aqueles que sofreram, perderam seus empregos, não têm acesso à medicação, a alimentos. Então, a gente quer essa taxa das grandes fortunas para isso, para que esse dinheiro seja usado para ajudar aqueles que foram vitimados por essa desgraça, por essa pandemia.
Segundo o senador, a ideia da taxação de grandes fortunas cresce em todo o mundo. No Brasil não é diferente, lembrou, ao citar que conta com o apoio de diversos segmentos da sociedade, como do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), do ex-ministro da Fazenda, Mailson da Nóbrega, e do presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Júnior.
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