Alckmin, Católico Conservador, será vice de Lula o abortista

“Lula é como o ladrão de carro, que rouba e continua roubando porque sabe que dificilmente será preso”, afirmou Alckmin

O PSB oficializou, na manhã desta sexta-feira (8), a indicação do nome do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (Catolico Conservador) como vice-presidente na chapa de Lula (O abortista) nas eleições presidenciais de 2022. O evento ocorre em um hotel na Zona Sul de São Paulo.

ABORTISTA

As declarações imbecis dadas por Lula nos últimos dias geraram uma série de apelos de aliados junto ao petista para que ele se prepare mais para fazer falas públicas. Com uma agenda intensa de eventos e entrevistas, o ex-presidente tem feito declarações, praticamente, só de improviso. Petistas que têm mais intimidade com Lula pedem que ele cale a boca urgente. Bolsonaro deve ultrapassar o ex-presidiario nas pesquisas a qualquer momento. 

O grupo defende que Lula debata temas com especialistas antes de levá-los a público, em especial, questões polêmicas. A defesa que ele fez do aborto como questão de saúde pública e a fala sobre a demissão de 8 mil militares foram colocadas como exemplos de temas que Lula abordou sem qualquer preparação ou debate interno prévio.

“Lula é como o ladrão de carro, que rouba e continua roubando porque sabe que dificilmente será preso”, afirmou Alckmin

Durante entrevista concedida à rádio CBN, em 2006, o candidato tucano à Presidência da República, Geraldo Alckmin, disse que o presidente Lula está com a credibilidade arranhada depois das denúncias de envolvimento de vários petistas no caso do dossiê contra políticos tucanos. E, subindo o tom das críticas, comparou o presidente a um “ladrão de carro”. “É como o ladrão de carro, que rouba e continua roubando porque sabe que dificilmente será preso”, afirmou.

“O que nós vemos diariamente é a corrosão da credibilidade do presidente. Acho que ninguém mais acredita no Lula”. Alckmin disse que o presidente precisa dar respostas à população sobre o episódio do dossiê. “Mensalão, valerioduto e agora R$ 1,7 milhão que ninguém sabe de onde veio para comprar um dossiê e prejudicar a minha campanha. E o presidente diz, mais uma vez, que não sabe de nada. É muito triste o que está acontecendo no Brasil”.

O ex-governador de São Paulo disse não acreditar que o esquema tenha sido armado por uma única pessoa. “Todo esse esquema foi muito bem elaborado. Envolve diretores de bancos, presidência do partido, gente ligada à campanha. É tudo bem orquestrado. Conta com toda uma estrutura montada.”

Alckmin assegurou que não usará as denúncias para benefícios eleitorais. “Eu não levo essa questão para o lado eleitoral. Para mim, isso tudo é questão de princípio”. Na avaliação do tucano, as denúncias contra os petistas se repetem devido à impunidade.

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