Única mulher no páreo pelo Governo do Amazonas, a Professora Maria do Carmo (PL) não deixou o 8 de março passar em branco. Em um vídeo que circula nas redes sociais, a pré-candidata subiu o tom para falar sobre a realidade da jornada dupla, a desigualdade salarial e, principalmente, a coragem necessária para ocupar espaços historicamente dominados por homens — como a própria disputa majoritária deste ano.
Basta de estatística
Sem papas na língua, Maria do Carmo usou a data para tocar em uma ferida aberta no estado: a violência de gênero. A pré-candidata defendeu que “homenagens vazias” não resolvem o problema e cobrou políticas públicas reais, segurança nas ruas e uma justiça que, de fato, funcione para proteger quem está na ponta.
“Não somos frágeis. Somos voz. Somos força. Somos mudança”, disparou a professora no vídeo que busca mobilizar o eleitorado feminino.
Cenário Político
A movimentação da Professora Maria do Carmo marca o território do PL na disputa. Ao se colocar como a única voz feminina na corrida pelo comando do estado, ela tenta transformar o “cansaço em coragem” (como diz sua peça de campanha) em votos, mirando em uma fatia do eleitorado que muitas vezes não se vê representada nos palanques tradicionais.
Para quem achava que a disputa seria um “clube do Bolinha”, a professora mandou o recado: ela vem para brigar pelo espaço e quer levar as mulheres amazonenses junto.



