O desentendimento entre o chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, e o Ministério da Defesa da Rússia acendeu um alerta em todo o mundo. Líderes de diversas nações vieram a público ou tomaram medidas que demonstram preocupação com o conflito, especialmente, depois que a organização paramilitar assumiu o controle de instalação militares russas após troca de acusações com o governo de Vladimir Putin.
De acordo com o G1, o presidente Lula preferiu não comentar o caso durante uma coletiva de imprensa realizada na manhã deste sábado (24) na França. Lula argumentou não ter informações suficientes sobre o caso para emitir um parecer.
Já o presidente francês, Emmanuel Macron, disse que está acompanhando o caso e reiterou seu apoio à Ucrânia.
Nos Estados Unidos, informações de agências internacionais são de que o presidente Joe Biden foi comunicado da situação e deve fazer uma consulta aos aliados e parceiros para se inteirar dos acontecimentos.
Em uma atitude mais radical, o Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido desaconselhou viagens para a Rússia e disse haver risco de mais distúrbios em todo o país, conforme noticiou o G1.
Alemanha e Itália declararam que acompanham a situação de perto. O presidente da Polônia, Andrzej Duda, declarou que seu Ministério da Defesa está atento ao caso e acompanha a situação nas fronteiras orientais do país.
Zelensky se manifesta
A agência Reuters afirmou que as instalações militares de Voronezh, a 500 km de Moscou, na Rússia, foram tomadas por homens do grupo Wagner.
E também repercutiu as declarações de Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, sobre o conflito. Segundo ele, “a fraqueza da Rússia é óbvia”, e “quanto mais Moscou mantiver suas tropas e mercenários na Ucrânia, mais caos atrairá para casa.”. Os comentários de Zelensky foram feitos na manhã deste sábado (24).
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