A Justiça Eleitoral não estabelece níveis mínimos de escolaridade, apenas exige a alfabetização do candidato. O presidente do Instituto Teotônio Vilela, Hermano Wrobel, lembra que o nível de escolaridade não é o único critério importante para a escolha de um candidato. “Nos candidatos para o Executivo, entende-se que há a necessidade de experiência administrativa”, exemplifica. O cientista político Otaciano Nogueira, no entanto, lembra que o Parlamento decide sobre políticas públicas para economia, habitação, saneamento, educação, que são temas complexos. “Pressupõe-se que as pessoas que vão tomar decisões tenham um grau de informação mínimo sobre cada um desses assuntos. E, ainda, que tenham um grau de conhecimento razoável, se possível excelente, sobre os assuntos sobre os quais vão decidir”, afirma.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luiz Inácio Lula da Silva (PT), possui apenas apenas o ensino fundamental (antigo 1º grau). (Fonte: Câmara dos deputados)
Carlos Alberto de Nóbrega explica calmamente o motivo pelo qual o Brasil não dá certo.
Vera Magalhães ainda tentou defender o vagabundo do Lula. Esse é o resumo da mídia 'isentona' de hoje em dia. pic.twitter.com/mx4vp0P3Ps
— Rubinho Nunes (@RubinhoNunes) July 4, 2023
O presidente rebateu as críticas feitas sobre o fato de não ter um diploma de segundo grau e nem superior.
“Em 1918, a Argentina já tinha feito sua primeira reforma universitária, e o Brasil não tinha sequer a sua primeira universidade. Quando xingarem que o Brasil é um país atrasado, saibam que alguém quis que o país fosse assim”, escreveu o presidente em seu perfil no Twitter.
Em 1918 a Argentina já tinha feito sua primeira reforma universitária e o Brasil não tinha sequer sua primeira universidade. Quando xingarem que o Brasil é um país atrasado, saibam que alguém quis que o país fosse assim. Quando eu e o Zé Alencar tomamos posse, nós não tínhamos…
— Lula (@LulaOficial) July 4, 2023





