A OEA (Organização dos Estados Americanos) classifica o Hamas como grupo terrorista há, pelo menos, dois anos. A célula extremista foi responsável pela morte de 1.200 pessoas em Israel desde o início dos ataques no último sábado (7).
O Ministro de Lula, Paulo Pimenta, em entrevista ao Globo News disse que segue as normas da ONU e não qualifica o Hamas como grupo terrorista, só esqueceu da OEA, ao qual o Brasil faz parte.
Em um comunicado à imprensa em 17 de maio de 2021, a OEA informou que o Hamas tem características terroristas, como procurar “sempre vítimas civis” e “escalar dinâmicas de conflito e ações armadas”.
“Ataques dessa natureza contra um país com um claro objetivo terrorista de sua população civil torna essencial a invocação do princípio da legítima defesa por parte de Israel”, comunicou a OEA à época.
A organização, da qual o Brasil faz parte, também acusou o Hamas de utilizar “crianças e mulheres como escudos humanos”, além de militarizar áreas residenciais de Gaza. “Atos que merecem o mais absoluto repúdio e condenação”, declarou a entidade.
Junto da OEA, outros países e blocos consideram o Hamas um grupo terrorista: Austrália, Canadá, Estados Unidos, Israel, Japão, Paraguai, Reino Unido e União Europeia.
A ONU (Organização das Nações Unidas), por sua vez, não classifica a célula como terrorista.





