A morte da engenheira Patrícia Amieiro completou 15 anos nesta quarta-feira (14) enquanto sua família aguarda a definição da data do novo júri popular sobre o caso. Patrícia desapareceu em junho de 2008 e até hoje seu corpo nunca foi encontrado. Ela teria sumido após perder o controle do carro ao ter seu carro atingido por tiros disparados por PMs.
Os réus do caso são os policiais militares Marcos Paulo Nogueira Maranhão e William Luís Nascimento, que vão responder por tentativa de homicídio, e Fábio Silveira Santana e Marcos Oliveira, por fraude processual. Eles já foram julgados pelo júri em 2019, onde dois foram condenados a três anos de prisão por fraude e os outros dois absolvidos. O caso foi reaberto por conta do surgimento de uma nova testemunha, em setembro de 2020.
A nova testemunha seria um taxista que estaria atrás do carro da engenheira quando ela se acidentou. Ele se apresentou para prestar depoimento ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e teria afirmado que, “com riquezas de detalhes”, ter visto Patrícia Amieiro ser retirada do carro mexendo os braços e ainda com vida.
A família aguarda há quase um ano pela nova data. Uma das maiores preocupações dos parentes de Patrícia é a prescrição do caso se uma resposta definitiva da Justiça não acontecer nos próximos cinco anos. O pai da vítima, inclusive, faleceu sem presenciar a prisão dos acusados pelo assassinato da filha.
Segundo a denúncia, Patrícia foi morta, aos 24 anos, quando voltava de uma festa na Zona Sul do Rio e teve seu carro confundido com o de um traficante, na altura da saída do túnel do Joá. Ela teria perdido o controle, e batido em dois postes e em uma mureta, ao ter seu carro atingido pelos disparos dos policiais. Apesar do veículo ter sido encontrado no canal de Marapendi, seu corpo desapareceu. A polícia e o Ministério Público acreditam que ela foi retirada do carro e jogada no canal.
A família aguarda há quase um ano pela nova data. Uma das maiores preocupações dos parentes de Patrícia é a prescrição do caso se uma resposta definitiva da Justiça não acontecer nos próximos cinco anos. O pai da vítima, inclusive, faleceu sem presenciar a prisão dos acusados pelo assassinato da filha.
Segundo a denúncia, Patrícia foi morta, aos 24 anos, quando voltava de uma festa na Zona Sul do Rio e teve seu carro confundido com o de um traficante, na altura da saída do túnel do Joá. Ela teria perdido o controle, e batido em dois postes e em uma mureta, ao ter seu carro atingido pelos disparos dos policiais. Apesar do veículo ter sido encontrado no canal de Marapendi, seu corpo desapareceu. A polícia e o Ministério Público acreditam que ela foi retirada do carro e jogada no canal.
O São Gonçalo





