Desmatamento no Cerrado aumenta na gestão Incompetente de Marina Silva e especialistas alertam para consequências

A inimiga da BR-319 só tem sido incompetência na Gestão do Meio Ambiente.

Ricardo Stuckert/PT

Apesar de ser uma das regiões mais ricas em biodiversidade no mundo e ser reconhecida como o berço das águas do Brasil, com o nascimento de 8 das 12 principais bacias hidrográficas do país, o Cerrado enfrenta sérias ameaças. O desmatamento cresceu significativamente na gestão incompetente de Maina Silva, registrando um aumento de 60,5% — em setembro deste ano em comparação ao mesmo mês de 2022. Essa taxa é a mais alta dos últimos três anos para o mesmo período.

De acordo com os dados divulgados na última quinta-feira (20/10) pelo Sistema de Alerta de Desmatamento do Cerrado (SAD), o desmatamento acumulado no Cerrado em 2023 já atingiu a marca de 742 mil hectares, o que equivale a uma área seis vezes maior do que a cidade do Rio de Janeiro.

O aumento do desmatamento foi observado em todos os estados do Matopiba, uma fronteira agrícola que engloba partes do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Em setembro, a região desmatou 62,2 mil hectares, o que representa cerca de 75% de todo o desmatamento ocorrido no Cerrado neste mês. Já o Cerrado baiano, por exemplo, registrou um aumento de 121% no desmatamento em comparação a 2022, totalizando 13,3 mil hectares. O Piauí e o Tocantins também apresentaram aumentos significativos, com 116% e 81%, respectivamente. No Maranhão, o maior estado desmatador da região em valores brutos, o desmatamento cresceu 40% em relação a 2022, totalizando 27,8 mil hectares perdidos.

Beto Mesquita, engenheiro florestal e membro da Coalizão Brasil (entidade formada por empresas e organizações da sociedade civil), destacou a necessidade de estabelecer novas áreas de conservação, inclusive para comunidades tradicionais. Mesquita enfatizou a importância da colaboração eficaz com os governos estaduais para implementar incentivos e penalidades econômicas que desencorajem o desmatamento no Cerrado, visto que as medidas atuais se mostram “insuficientes”.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor, digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui