As defesas dos dois criminosos apontados como responsáveis diretos pelos assassinatos de dois chefões do Primeiro Comando da Capital (PCC), em junho deste ano, no Presídio de Presidente Venceslau, interior paulista, solicitaram à Justiça a anulação do julgamento.
Os advogados de Luís Fernando Baron Versalle, o Barão, usam a “legítima defesa” como argumento para a “absolvição” de seu cliente, o qual matou Reginaldo Oliveira de Sousa, o Rê, com 36 facadas, além de degolá-lo por duas vezes. No pescoço da vítima, foram identificados dois cortes — de 16 e 18 centímetros.
Barão afirmou, por meio de seu defesa, que em 17 de junho estava no pátio do presídio para o banho de sol, momento em que seu parceiro de cela, Jaime Paulino de Oliveira, o Japonês, foi à barbearia onde prestava serviços, cortando o cabelo de outros presidiários.
Instantes depois, Barão disse ter ido até o local com o intuito de cortar o cabelo quando, juntamente com o barbeiro, foi supostamente ofendido por Rê que teria lhe dado com um tapa e “sacado um estilete”.





