A mulher teve a prisão em flagrante convertida em preventiva na última quinta-feira (12/10). A suspeita disse que engatou a marcha à ré “por engano” e que está sendo injustiçada.
A ação foi registrada por uma câmera de segurança do estabelecimento e compartilhada pelo tenente Dacal, da reserva da Polícia Militar, em seu perfil no Instagram.
Funcionários do estabelecimento acusaram a mulher de ter parado o carro, um Hyundai HB20, no local mesmo sem ser cliente. Ela teria ido a outro estabelecimento e, quando retornou, havia um carro estacionado em frente ao dela, bloqueando a saída do veículo.
“Não consegui sair de nenhum lado. Pedi para eles, com toda educação, para que tirassem o carro, para eu poder sair. E aí falaram que não, que era para eu me virar para sair com o carro de lá”, afirma Juliana.
De acordo com a motorista, ela não teve a intenção de matar alguém. A invasão do salão e o atropelamento das pessoas teriam sido um acidente, segundo Juliana. Uma criança estava dentro do carro no momento das batidas.
“Fiquei apavorada. Eu estava com a cabeça doendo, muito machucada. Eu liguei o carro e coloquei a primeira [marcha]. Por engano, era a ré, e eu acelerei”.
“Agora estou sendo indiciada como [se] eu ‘tive’ intenção de matar uma pessoa, sendo que não foi minha culpa. Todo mundo veio para cima de mim, 10 pessoas em cima de uma. Creio que tenha que ser muito bem visto pelas pessoas, porque eu estou sendo injustiçada”, diz a motorista.





