Após a saída de Donald Trump, uso da hidroxicloroquina é reavaliado favoravelmente nos EUA

A verdadeira causa da “ineficácia” da hidroxicloroquina para tratamento da Covid-19, está cada vez mais claro, era o presidente Donald Trump.

Bastou o mandatário, a fórceps, deixar a Casa Branca, que o fármaco mais combatido da história, hostilizado como veneno, achincalhado e cuspido, passou a aparecer como alternativa aceitável no combate ao vírus chinês.

Por sinal, o primeiro indicativo veio da própria China. No último dia 18 Foi divulgado por 20 cientistas chineses apontando para a eficácia e segurança do uso da hidroxicloroquina no tratamento precoce da COVID-19.

E o mais curioso é que o referido estudo fora concluído em agosto, com Trump ainda no poder. Os dados só foram divulgados dois dias antes da posse de Biden.

E nos próprios EUA a situação parece estar mudando — de modo muito parecido.

O American Journal of Medicine publicou agora em janeiro um estudoconcluído em agosto — em agosto — dizendo que o tratamento precoce com hidroxicloroquina, azitromicina e zinco pode diminuir consideravelmente internações e mortes por Covid-19.

Os estudos retrospectivos e ensaios randomizados atualmente concluídos [sobre a hidroxicloroquina] têm geralmente mostrado estes resultados: 1) quando iniciados no final do curso do hospital e por curtos períodos de tempo, os antimaláricos parecem ser ineficazes, 2) quando iniciados no início do curso do hospital, por períodos progressivamente mais longos e em pacientes ambulatoriais, os antimaláricos podem reduzir a progressão da doença, prevenir a hospitalização e estão associados à redução da mortalidade”. [Grifos meus]

Era justamente isso que o falecido Dr. Anthony Wrong, a Dra. Nise Yamaguchi, o Dr. Paolo Zanotto e tantos outros vinham falando desde os primeiros meses de pandemia.

Era isso, sobretudo, que o infectologista Didier Raoult vinha falando desde março do ano passado — quando o quinino caiu nas mãos do Trump e passou a ser confundido com estricnina.

E por falar no Dr. Raoult, até o Facebook parece estar, magicamente, se rendendo ao antimalárico indicado pelo especialista francês.

O Comitê de Supervisão do Facebook publicou sua decisão no caso da postagem que sumariamente excluída por está falando do Dr. Raould e hidroxocloroquina.

O vídeo e o texto foram publicados em outubro do ano passado por um usuário francês.

Na época, alegando que a publicação poderia gerar danos físicos a quem a lesse, já que, por acharem que existe remédio, deixariam de se precaver contra o vírus, o Facebook, sem mais considerações, determinou que ela fosse excluída.

Diante do caso, o Comitê de Supervisão criticou a postura do Facebook, dizendo que havia mecanismos menos invasivos que a exclusão; revogou a remoção da postagem; pediu que a rede fornecesse critérios mais transparentes para que os usuários saibam quais condutas são realmente puníveis.

O Comitê de Revisão foi idealizado em 2018, por Zuckerberg, e está em funcionamento desde maio do ano passado. A proposta é que seja um órgão independente do Facebook, de maneira que possa julgar as ações da empresa e, segundo promete, salvaguardar a liberdade de expressão nas redes.

Em resumo, depois de quase um ano de luta renhida contra o remédio, ele agora aparece como possível salvação. 

E quem paga a conta dos milhares de cadáveres que, por pressões de cientistas chineses e americanos, e por censuras nas redes sociais, não tiveram a chance de tomar o remédio? 

Com informações Brasil Sem Medo

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor, digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui