O prefeito esquerdista e ateu Alexandre Kalil (PSD) recuou e suspendeu a fiscalização em igrejas que realizam missas e cultos presenciais. A decisão foi tomada depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Kassio Nunes Marques, intimou o prefeito a tomar ciência e a cumprir a liminar que permite o funcionamento de igrejas e templos.
Essa briga entre Igrejas e politicagem via covid-19 pode chegar a um patamar perigoso, entenda;
- Uma coisa é o STF se meter na vida de gestores políticos, a outra é se meter com milhões de evangélicos.
- Por mais que seja válido criticar quem aglomera, o Estado jamais pode interferir no estado laico, as religiões são patrimônios da fé de um povo, o fanatismo exacerbado pode levar o país a caminhos perigosos. A liberdade de organização religiosa é decorrência do Estado laico, o qual este não poderá interferir em assuntos internos das igrejas. Todavia as organizações religiosas, ao se constituírem, não poderão estabelecer doutrinas e práticas litúrgicas que afrontem o direito à vida e aos valores da dignidade humana, ou, quando afrontarem normas de segurança do local, de praxe, em que se cultua, caso assim façam, sofrerão interferência do poder público. De outro lado, quando há colisão de direitos fundamentais de membro que se insurge contra a doutrina eclesiástica e suas sanções e a liberdade de auto-organização, certamente, esta última deve prevalecer, pois a Constituição Federal assim garantiu que doutrina e suas liturgias são matérias intern corporis, cabendo à Igreja resolver conflitos entre seus membros.
O pais caminha a passos largos para uma próxima intervenção militar, vamos aguardar a votação do plenário do supremo sobre o tema, e quem sabe ver a merda que vai dá.
A Constituição Federal de 1988, ao garantir o direito à liberdade religiosa, o fez de maneira ampla, pois abarcou a proteção à consciência, à crença, ao culto e às suas liturgias, incluindo, principalmente a autonomia das organizações religiosas, além de impedir a interferência do Estado nas questões religiosas. O presente estudo trabalhará com apenas uma das ramificações do direito à liberdade religiosa, que é a liberdade de organização religiosa ou liberdade religiosa coletiva, que, com o Código Civil de 2002, ganhou nova atenção dos estudiosos do assunto, haja vista que deixou livre a sua criação, organização, estruturação interna e funcionamento. Frente a essa ampla liberdade conferida às organizações religiosas, certamente, que alguns limites devem ser postos na forma delas se organizarem ou atuarem, mas, de outro lado, esses limites também são colocados ao poder público, para que este não venha a interferir demasiadamente naquelas, já que, no Brasil, há separação entre Estado e Igreja. Enfim, através de decisões judiciais e, principalmente, da doutrina de direito constitucional, buscar-se-á realizar o estudo para se encontrar esses limites, para os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário não venham interferir em questões religiosas que cabem apenas a essas instituições a maneira como devem decidir e proceder.
Marco Aurélio critica liberação de cultos e missas: “Reze-se em casa”
Texto: Ronaldo Aleixo e trechos de Junio Barreto dos REIS e Ilton Garcia da COSTA






Concorda eu concordo eu sou a favor eu Eu sou a favor da liberação das igrejas católica e evangélica, 2 fiéis Voltaren para assistir à missa e curtos em suas respectivas igrejas, mantendo o distanciamento, usando álcool gel, aqui uma das igrejas católica, que eu frequento, está cumprindo direitinho, mantendo o distanciamento das pessoas e dos bancos, só deixando em cada banco afastado duas pessoas, passando álcool gel nas mãos dos fiéis, tanto na entrada como na hora que seria ortia, hino direto no fiel, aplicando álcool nas mãos e entregando a ortia, sem fila, e está dando certo, pelo menos na minha igreja católica que eu frequento.E com isso é feito em primeiro lugar, o agendamento na secretaria pelo telefone, pegando uma senha, que contém duas senha para sentar 2 fiéis em um banco, que caberia 6 pessoas, hoje só libera duas pessoas para cada banco, e com isso tá acontecendo e não deu problema nenhum até hoje. sendo que diminuiu muito a quantidade fiel para a celebração da missa, lô tava muito a igreja, mas com essa epedemia reduzido bastante ,quantidade de fiel, por questão de segurança das pessoas, e está funcionando, sim as outras igrejas católicas evangélica fazer o que é minha tá fazendo funciona, mantendo o agendamento, o distanciamento aplicação do álcool gel, que dá certa, é melhor um pouco fiel que não ser nada, em questão de segurança 2 fiéis que vão presidir os cultos e as missas. Pelo menos na minha igreja está sendo mantido as normais . Não dá para ficar afastado dos padres e dos pastores, estão ali para passar a palavra de Deus para os fiéis se confortar, passando um momento muito difícil, precisa é muita oração com muita fé em Deus que nós vamos chegar lá.