Manuela D’Ávila nasceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, em 18 de agosto de 1981. Ela é formada em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica (PUC).

D’Ávila iniciou sua vida política em 1999, quando se filiou à União da Juventude Socialista (UJS). Ao longo dos anos, ela já atuou como vereadora e deputada.
Atualmente ela é deputada estadual no Rio Grande do Sul. Sua candidatura foi confirmada pelo PCdoB em novembro de 2017.
RELIGIÃO E FAMÍLIA
Manuela não frequenta igrejas e nunca declarou fazer parte de alguma religião. Durante uma entrevista à Folha de São Paulo, em 2010, ela disse apenas que sua origem é cristã.
A gaúcha é casada com o músico Duca Leindecker desde 2012. O casal tem uma filha chamada Laura, de 2 anos.
ABORTO
Manuela D’Ávila já se declarou publicamente a favor da legalização do aborto. Em uma entrevista a Rafinha Bastos, em 2014, ela disse:
– Eu quero debater a vida das mulheres que morrem se submetendo a processos clandestinos. E as mulheres pobres, porque as mulheres ricas vão em clínicas maravilhosas como se fossem legalizadas e não morrem. Então esse também é um problema de classe social. As ricas não morrem fazendo aborto.
Em 2017, a presidenciável afirmou também que esse seria um dos temas abordados em sua campanha e criticou a PEC 181/15, que aborda a licença-maternidade no caso de prematuros e usa o termo “desde a concepção” na Constituição.
GAYS
A gaúcha também é a favor do casamento gay. Em 2015, ela chegou a parabenizar os Estados Unidos por legalizarem a união homoafetiva.
CNBB
Na manhã desta quinta-feira, 11 de outubro, o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, recebeu, na sede da entidade, em Brasília (DF), o candidato à presidência da República, Fernando Haddad. Em Nota Pública, emitida após a reunião, o secretário-geral explicita os temas e assuntos abordados com o candidato. No documento, dom Leonardo reafirma que a CNBB é uma instituição aberta ao diálogo com pessoas e grupos da sociedade brasileira e que é comum, em período eleitoral, que candidatos de diversos partidos e grupos políticos solicitem agenda e sejam recebidos pela entidade.
Na reunião, o candidato expôs suas propostas de governo e sua preocupação com o Brasil. O secretário-geral, por sua parte, abordou com o candidato assuntos que preocupam os bispos do Brasil, como por exemplo, a não legalização do aborto, a defesa da democracia e o combate rigoroso à corrupção, entre outros. Dom Leonardo também apresentou ao candidato o trabalho realizado pela CNBB durante a Campanha da Fraternidade deste ano que tratou, de forma profunda, a mobilização pela superação da violência.
Acesse aqui a íntegra da Nota Pública.
NOTA PÚBLICA
Sobre a visita do candidato Fernando Haddad
Recebi, na manhã desta quinta-feira, 11 de outubro, o candidato à presidência da República, Fernando Haddad. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é uma instituição aberta ao diálogo com pessoas e grupos da sociedade brasileira. É comum, em período eleitoral, que candidatos de diversos partidos e grupos políticos solicitem agenda e sejam recebidos, sem a presença da imprensa.
O candidato não veio pedir apoio e a CNBB não tem partido e nem candidato. O candidato expôs suas propostas de governo e sua preocupação com o Brasil. Da minha parte, abordei com o candidato assuntos que preocupam os bispos do Brasil: a legalização do aborto, a proteção do meio ambiente, atenção especial à questão indígena e quilombola, a defesa da democracia e o combate rigoroso à corrupção. Também lembrei ao candidato o trabalho realizado pela CNBB durante a Campanha da Fraternidade deste ano que tratou, de forma profunda, da mobilização pela superação da violência.
Brasília-DF, 11 de outubro de 2018
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB





