Ex-secretário de educação dos governos Melo e Omar, Rossieli Soares declarou apoio ao candidato Wilson Lima (PSC) e vislumbra como um dos cotados para voltar à Seduc, de onde saiu em 2016 e cuja gestão foi reprovada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Tribunal de Justiça (TJAM). Nos dois últimos anos da sua gestão na Seduc, Rossieli não concedeu reajuste salarial aos professores, que ficaram desde 2015 sem receber a data-base .
Durante a gestão de Rossieli, os representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinteam) chegaram a ocupar a sede do Governo em protesto pela falta de reajuste salarial. O ex-secretário é agora ministro do governo de Michel Temer, que aprovou a reforma trabalhista e tirou direito dos trabalhadores.
Em 2017, o TCE condenou Rossieli a devolver R$ 2,2 milhões aos cofres públicos, conforme notícia publicada no Portal G1 (https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/tce-condena-ex-secretario-de-educacao-do-am-a-devolver-r-22-milhoes-a-cofres-publicos.ghtml). Um ano antes, em 2016, o ex-secretário foi condenado pelo TJAM a devolver dez vezes o valor do seu salário (mais R$ 150 mil), segundo também publicado pelo Portal G1 (http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2016/10/ex-seduc-e-atual-mec-e-condenado-devolver-r-150-mil-ao-mp-am.html).
A recomposição da data-base dos professores só ocorreu este ano, no mandato tampão de Amazonino Mendes, que concedeu 27,02% de aumento, referentes a datas-bases que não eram pagas desde 2015, na gestão de Rossieli.




