Sempre exaltado durante os discursos e debates pelo candidato ao governo do Estado, Wilson Lima (PSC), o seu vice, Carlos Alberto de Almeida Filho (PRTB), sumiu da campanha do jornalista. A ausência tem uma explicação: é do defensor público a ação que busca indenizar os familiares dos presos mortos no massacre ocorrido em unidades prisionais do Amazonas, em janeiro de 2017.
Para o vice de Lima, a morte dos 64 detentos foi culpa do Estado, já que eles estavam sob sua responsabilidade no cárcere. Por conta disso, o defensor público cobra a gorda indenização de R$ 50 mil para as famílias dos presos mortos na carnificina. Caso seja eleito, o jornalista disse, num primeiro momento, que iria fazer cumprir a lei e pagaria o montante. Após repercussão negativa da declaração, ele voltou atrás e garantiu que o reparo não seria prioridade em sua gestão.
Esta é apenas uma das polêmicas envolvendo a campanha do jornalista. Na última semana, ele foi flagrado jogando futevôlei, em uma arena no bairro Flores, Zona Centro-Sul da capital, justamente no horário do debate da TV Band Amazonas, o qual não compareceu ao alegar que estaria cumprindo agenda de campanha pelo interior.




