Desgoverno, governo ou governança para a Amazônia?

Nós que moramos na Amazônia sempre temos a sensação de que muito mais poderia ser feito na região. A questão é que entre um desgoverno completo e uma governança sustentável e responsável, há milhões de possibilidades em cada um dos pequenos aspectos que envolvem os biomas e as incontáveis oportunidades de negócios.

Thomas Jefferson asseverou que “um governo grande o suficiente para dar tudo o que se quer é o forte o suficiente para levar tudo o que se tem”. Com isso em mente, há a expectativa de algum tipo de imperfeição na realização de ações dos governos.

São dois os maiores desafios da Amazônia: o primeiro preservar o máximo possível dos recursos naturais – tanto pelo aquecimento global, quanto pelo potencial de uso ainda inexplorado – e o segundo é o de usar o máximo possível de seus recursos naturais.

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Por Augusto Cesar Rocha
doutor em engenharia de Transportes (COPPE/UFRJ), professor da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), diretor adjunto da FIEAM, onde é responsável pelas Coordenadorias de Infraestrutura, Transporte e Logística

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