Festa dos Tabernáculos tem segunda noite de apresentação neste sábado, no MIR Centro-Sul

O espetáculo exibe hoje a saída do povo hebreu da terra de Canaã e a aliança de liberdade

Após uma abertura apoteótica, segue neste sábado (22), às comemorações da festa bíblica de Tabernáculos no MIR Centro-Sul. A apresentação, gratuita, tem início às 18h na sede da igreja evangélica, na Praça 14.

A primeira noite, encenada ontem, contou com a participação de mais de 300 figurantes, entre atores, bailarinos, músicos e coral.

Dentro da temática “A Terra da Promessa”, o ápice do evento, a criação e queda do homem no jardim do Éden, emocionou o público de mais de duas mil pessoas.

Neste sábado (22), o evento relembra “Canaã”, a terra de passagem, onde o criador deu uma nova oportunidade para o homem sair do Egito (lugar de escravidão) para a terra prometida. Nessa apresentação, os pastores da igreja vão liderar a entrada das 12 tribos de Israel com seus estandartes caracterísiticos numa alegoria ao estágio inicial de formação do povo hebreu.

Já amanhã, domingo (23), haverá duas apresentações, 8h30 e 17h, com o episódio da “Nova Jerusalém”, que marca o futuro, que é a entrada da igreja à terra preparada por Deus ao seu povo: os céus. “Será a festa da família com o foco em Jesus, que tabernaculou-se, ou seja, morou entre nós e, em breve voltará”, resume o apóstolo Arão Amazonas, presidente do MIR Centro-Sul.

» Simbolismos – A “Festa dos Tabernáculos”, uma celebração bíblica também chamada de “Festa das Cabanas”, faz referência a um dos três grandes festejos anuais de judeus e cristãos por todo o mundo, incluindo a Páscoa e Pentecostes. No original hebraico, significa Sucá, cujo plural é Sucot (tabernáculo), um abrigo temporário em cabanas.

Para os evangélicos, essa festa é repleta de significados que retratam, por exemplo, a moradia “em cabanas”, uma habitação humilde e sem segurança cuja conotação espiritual é um símbolo que remonta à proteção divina. “Estar debaixo de um lugar com toda essa fragilidade reflete o quanto precisamos depender de Deus e de sua misericórdia”, compara o apóstolo Arão.

 

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