Acusada de defender bandidos e fazer o L, Tabata Amaral vira piada na web após sofrer assalto de vítimas da sociedade, segundo a esquerda, veja

Reprodução Xtwitter

O carro em que Tabata se deslocava de uma agenda a outra foi atacado por um ladrão, na rua Treze de Maio, na Bela Vista. Ela sofreu ferimentos leves e conseguiu jogar o celular no chão do veículo, livrando-se do roubo. Em seguida, ela, que deve enfrentar o prefeito Ricardo Nunes na eleição pela Prefeitura de São Paulo no ano que vem, publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que “nunca se sentiu tão insegura em sua cidade”.

Aliados e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro passaram a tripudiar do episódio. O deputado federal Ricardo Salles (PL-SP), que tenta viabilizar sua pré-candidatura à Prefeitura para enfrentar Tabata e Nunes, escreveu numa rede social que a colega de Câmara “defende bandido, fez o L e agora faz mimimi”.

“Interessante ver os candidatos esquerdistas reclamando dos assaltos em SP. Justamente eles que sempre defenderam bandidos e xingaram a polícia. Faz o L agora, para de fingimento e não enche a paciência”, escreveu o ex-ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro.

Sonaira Fernandes, secretária de Políticas para a Mulher do governo Tarcísio, compartilhou a notícia sobre a violência contra a deputada com muita ironia e pouca solidariedade à deputada. Ela publicou que Tabata “foi vítima de um ‘pequeno delito’ praticado por uma vítima da sociedade”, numa provocação em referência ao discurso da esquerda, e que a parlamentar “certamente, como sinal de empatia com o assaltante, não irá procurar a polícia truculenta”.

Já o deputado estadual Bruno Zambelli (PL-SP), irmão da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), publicou uma montagem de Tabata logo após a tentativa de rouba e outra imagem da deputada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama, Janja da Silva. “Tem que reclamar com o painho”, escreveu.

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